CBBr 2009.2: AGRADECIMENTOS

Aeeeeeeeeeeew!!! É só farra! A Copa BATracer Brasil foi um sucesso!

A Organização da CBBr 2009.2 agradece imensamente toda a galera que participou e colaborou para este evento de responsa! Continuem acompanhando pois mais novidades surgirão para o próximo ano que virá.

A saber:

Alexandre Ceresa
Andre França
Ary Cesar
Bruno Lavrado
Bruno Sens Chang
Carlos Tassi (líder do clã OT-Autoracing)
Carlos Zoro
Danilo Cechin
Diego Leds (líder do clã Brazil With Lasers)
Douglas Sattler
Eduardo Booz
Eduardo Macedo
Fabricio Santos
Fellumpe Henn
Fernando Cabral
Fernando Junior
Fernando Vasconcelos
Filipoviski De La Fuente
Flavio Seno
Gabriel Pedreschi
Gabriel Rak Zanchetta
Geraldinho Alkmin
Halle Marques
Heitor Ramos
Italo Augusto
João Felipe
João Siqueira
João Zanchetta
Joaquim Barreto
Leandro Boutsen (líder do clã Fórmula Manager)
Leandro Gel
Leandro Moura
Lucas Oliveira
Lucas Silva
Luis Alberto
Luiz Guilhemond
Marcos Vinicius
Marcus Junior
Marcus Ribeiro
Mariano Wistuba
Markim TomaZ
Mateus Pontes
Matheus Silva
Matheus Wernay
Pedro Leal
Rafael Ganecci
Rafael Matheus
Reinaldo Lucio
Renan Tricolor
Roberto Kuster
Rodolpho Amorim
Rodrigo Munhoz
Rodrigo Oliveira
Rodrigo Teixeira
Sergio Kolachinski
Thiago Marinello
Victor Faeda
Victor Pacheco
Xeila Melo
Yuri Laszlo



Essa pá de gente aí apavorou no evento e a disputa foi sem igual! Emoção a toda prova, corrida a corrida!

Aproveitamos e deixamos nosso muito obrigado também aos Clãs associados, que paralisaram suas Ligas privadas para que os jogadores sem Kool Tools pudessem ser grande presença na CBBr 2009.2!


Brazil With Lasers



Brazilian Open



Fórmula Manager



OT-Autoracing




VALEU, VALEU DEMAIS!!!


Atenciosamente
Ismael Raitz

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Liveries: Veja o vencedor

Araucárias caem nos braços da galera e Paraná 2 vence concurso

Faltando pouco menos 24 horas para o início de 2010, uma turma vai ter um motivo a mais para comemorar neste reveillon. Depois de sabermos quem levou o título da Terceira Divisão, da Segundona e da Divisão de Elite, é hora de conferir quem enviou a pintura mais fodarástica nesta CBBr.

Você votou e escolheu: a melhor livery do Concurso de Liveries da edição 2009.2 da Copa BATracer Brasil vai para...



PARANÁ 2


Pois é, senhoras e senhores. Mesmo saindo com um gosto amargo na boca após a última corrida em sua divisão, Paraná 2 garantiu o prêmio de melhor livery nesta edição da CBBr. Em segundo lugar ficou a pintura de Minas Gerais 2 (única equipe nesta final que não era da Primeira Divisão), seguida por São Paulo 3 e Rio de Janeiro 1.






Nesta finalíssima, envolvendo as quatro melhores pinturas escolhidas pela galera, será que podemos atribuir a vitória da equipe paranaense o fator criatividade? Talvez.

Mas, afinal de contas, que raio é esse de Araucária?

A CBBr não iria deixar você na mão, óbvio!

Araucária (ou pinheiro brasileiro) trata-se de uma árvore alta com copa de formato de cálice e nativa da Mata Atlântica. Se destaca das outras espécies brasileiras principalmente por sua forma original que dá às paisagens do sul uma característica toda especial. No passado, antes que a lavoura de café e cereais cobrisse as terras paranaenses e antes que os trigais cobrissem os campos gaúchos, sua presença era tão comum que os índios chamaram de "curitiba" (que quer dizer "imensidão de pinheiros") toda uma extensa região onde esta árvores predominava. E a palavra acabou imortalizada, denominando a capital do Paraná. Obviamente, a árvore também é símbolo do estado do Paraná, além das cidades de Curitiba e Araucária, das localidades paulistas de Campos do Jordão e São Carlos.

Mas é bom a turma do meio ambiente ficar de olho: se no passado foi registrado ocorrência de extensa formação nos estados do sul do Brasil, hoje ameaçada de extinção.




Vale a pena ver de novo a pintura vencedora do Concurso de Liveries CBBr 2009.2


Deixando um pouco o concurso de lado, a organização da CBBr agradece a todas as equipes que contribuiram com este concurso, assim como todos os participantes que votaram para que este concurso se concretizasse. Todas as dez pinturas que recebemos são dignas de parabéns e merecem o seu destaque.

Espírito Santo 1
Minas Gerais 1
Minas Gerais 2
Paraná 2
Paraná 3
Rio de Janeiro 1
Rio de Janeiro 2
Santa Catarina 1
São Paulo 2
São Paulo 3

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Notícias: CBBr 2009.2 - 1ª Divisão

Em final emocionante, Rio de Janeiro 1 conquista título da CBBr 2009.2

Imaginem a seguinte situação: três equipes brigando pelo título e duas brigando para fugir da última vaga do rebaixamento. Agora, coloquem como cenário Laguna Seca, a última corrida da temporada. Incremente mais, com uma corrida com vários abandonos decisivos, um safety car que pegou todo mundo com as calças na mão e um erro de um piloto (que não tinha nada a ver com o rebaixamento), mudando toda a tabela.

Na disputa pelo título, Rio de Janeiro 1 e Paraná 2 separados apenas por míseros três pontos. Santa Catarina 1 corre por fora, mas com boas chances de levar o caneco

Fugindo da degola, desesperadamente, São Paulo 3, precisando descontar incríveis 43 pontos em cima da equipe Espírito Santo 1.

E então: como foi a última etapa da Primeira Divisão?


Cada ponto em Laguna Seca valia como ouro para estas cinco equipes. E, no primeiro round no circuito californiano, Rio de Janeiro 1 conquistou a pole position com Renan Tricolor. Assim, a equipe carioca abriu uma enooooorme vantagem de... 4 pontos para Paraná 2. Uau.




Situação nada cômoda para os paulistas, não acham? Com a turma capixaba largando lá na frente, teriam que remar muito e, de acordo com o último panorama, São Paulo 3 terá que fazer 1-2 obrigatoriamente se quiser sair da degola. Qualquer outro resultado, mesmo com a vitória, não garantiria a permanência na Primeira Divisão. E, com um piloto largando em 19º e outro saindo da última posição, São Paulo 3 teria realmente uma missão impossível a cumprir.

No topo da tabela, quem agradecia era Rio de Janeiro e Santa Catarina. Por que? Localizem a turma do Paraná 2. Melhor posição no grid é um 11º lugar. Mas, quando a diferença está em apenas 4 pontos, tudo pode acontecer.

Green Flag, green flag!
Nas primeiras 16 voltas, até a primeira janela de pitstops, quem se destaca são os pilotos das equipes já rebaixadas, Minas Gerais 1 e Paraná 1, roubando preciosos pontos de Santa Catarina 1, Paraná 2 e São Paulo 3, que se misturavam no meio do grid. Quem agradecia era Rio de Janeiro 1, que abria 23 pontos em cima de Paraná 2 e Espírito Santo 1, que selava sua permanência na divisão de elite, abrindo espantosos 57 pontos em cima de São Paulo 3. Quem também vinha muito bem era a equipe de Santa Catarina, reduzindo ainda mais a vantagem que os paranaenses tinham até o ínicio da prova




Na volta seguinte, a janela de pits é aberta. Nitidamente, os pilotos que não tiveram uma boa classificação e que precisavam desesperadamente de um bom resultado foram os primeiros a entrar no pit. E logo a equipe Paraná 2 se apressou, com uma parada dupla de Cechin e Tassi, seguidos pelo 3º piloto da equipe (Kolachinski) e dois pilotos da equipe São Paulo 3 (Laszlo e Boutsen).

Após o fim da primeira janela de pits, um baque enorme para Paraná 2: o carro de Cechin deixa o piloto a pé. Agora, a equipe paranaense contava apenas com dois pilotos e, como Rio de Janeiro 1 tinha dois dos seus três pilotos no TOP 3, as chances do título se tornaram menores. Já Espírito Santo 1 deu uma bobeada (não confundir com bambiada) e perdeu boas posições para Paraná 1, líder do fundão nesta divisão, dando um fio de esperança aos paulistas.




Quando a prova se encaminhava para a segunda metade, eis que o piloto que ocupava a 18ª posição na classificação geral, que ocupava a última posição na corrida, mudou todo o destino destas cinco equipes. Seu nome: Halle Marques, piloto de Minas Gerais 1. Com seu abandono devido a problemas no carro, na volta 37, o Safety Car entrou em ação e muita gente antecipou a segunda janela de pitstops. Novamente, quem precisava de resultado arriscou esta antecipação. Obviamente, todo trio de São Paulo 3 e os dois pilotos do Parana 2 foram aos pits.

O destino seria cruel, muito cruel, para uma das equipes que não fez seu pitstop nesta hora.

Green Flag, green flag!

Grid totalmente misturado. Faltando 11 voltas para o início da segunda janela de pitstops, seria praticamente impossível os líderes manterem suas posições, já que a galera que, sabiamente, optou por parar durante a bandeira amarela, tinha rendimento melhor. Rio de Janeiro 1 e Espírito Santo 1 iriam sofrer as consequências.

Volta 48, onze voltas após o reinício da prova, Espírito Santo 1 amargurava o fim do grid, assim como Rio de Janeiro 1, pagando o preço por fazer seus pitstops em bandeira verde. Mas o que é ruim, pode ficar pior: Filipovisky, até então o melhor piloto capixaba em Laguna Seca, errou na estratégia parando em bandeira verde e também errou feio na pista, abandonando a prova. Nessa nova configuração, quem parou na bandeira amarela se deu bem, muito bem, obrigado! Uma reviravolta geral na classificação, onde o título muda de dono pela primeira vez e as chances de São Paulo 3 sair da degola agora são reais.




Mas ainda faltava gente para fazer seu pitstop, principalmente a galera já rebaixada e que fazia uma corrida para lavar a alma. Após 56 voltas, no fim da segunda janela de pitstops, Paraná 2 sofre outro golpe duríssimo: Tassi abandona após acidente. Agora, a equipe paranaense conta apenas com Kolachinski que, mesmo sozinho, ainda conseguia manter a diferença de 4 pontos. Já na parte de baixo da tabela, os capixabas não se encontravam na pista e, sem somar pontos, a diferença que era de 41 pontos no início da corrida agora era de... 1 PONTO!

Sim! Faltando 28 voltas para o final, São Paulo 3 aplicava uma reação fantástica e, Yuri Laszlo, que largou em último, assume a liderança da prova.

O final desta prova encaminhava-se para ser mais do que emocionante.




Volta 63, 21 para o final. Última janela de pitstops e, novamente, Rio de Janeiro inicia os trabalhos. Duas voltas depois, é a vez do único piloto do Paraná 2 fazer seu pitstop, mantendo a segunda posição e trazendo novamente o caneco para a equipe. Mas, uma volta depois, o que era impossível, aconteceu: Kolachinski erra e abandona a prova. Tristeza total nos boxes da equipe, pois até então o trio não saiu zerado em nenhuma das etapas anteiores. Este abandono esquentou os ânimos de Santa Catarina 1, que poderia ultrapassar os paranaenses e, quem sabe com um pouco de sorte, os cariocas e faturar o título. Para os cariocas, era só trazer as "crianças para casa" e comemorar o título. E o que dizer da turma da degola? Boutsen, que largou em 19º, ocupava agora a segunda posição faltando 14 voltas para o fim e, assim como o líder Laszlo, já tinha realizado a troca de pneus. Era a dobradinha que a equipe tanto almejava e, como os capixabas ainda não estavam na zona de pontuação, a permanência na divisão de elite estava a dois pontos.




As próximas 17 voltas são marcadas por poucas trocas de posições. Após Flávio Seno, o argentino refugiado em Minas Gerais (ou será o mineiro que por um acaso nasceu na Argentina?) fechar a terceira janela de pits, todos os três pilotos de Santa Catarina conquistam uma posição cada e, com uma tacada só, assumindo a segunda posição na classificação geral e rebaixando São Paulo 3.

Mas, novamente, o impossível aconteceu: na penúltima volta, Luiz Felipe Lira erra e perde quatro posiçõs. Uma delas pra Ganecci, que empataria a disputa pelo rebaixamento, mas ainda com vantagem para os capixabas. Mas... mas... maaaaaaas...

Na mesma volta, Ganecci ultrapassa Zoro. Uma virada sensacional. Quarenta e um pontos descontados numa única corrida. Isso que é missão impossível.

Com as posições mantidas na última volta, enquanto a turma de São Paulo 3 comemorava no pódio a permanência na Primeira Divisão, a galera do Rio de Janeiro 1 fazia sua festa nos boxes, festejando o título na primeira temporada da Copa BATracer Brasil.

Entre os pilotos, o campeonato ficou com Bruno Sens Chang, piloto da equipe Santa Catarina 1.

Com a definição do campeão da Primeira Divisão, estamos encerrando a Copa BATracer Brasil 2009.2

Esperamos que todos vocês, seja participantes de outras divisões e leitores deste blog, tenham gostado deste primeiro campeonato nacional do game que cada vez mais conquista mais adeptos, não só aqui em terras tupiniquins quanto no resto do mundo.

Mas não pensem que ainda é o fim. Quem será que ganhou o concurso de melhor livery?

Cenas do próximo capítulo.

Até lá!






CBBr 2009.2 - PRIMEIRA DIVISÃO - ESTATÍSTICAS

Vitórias consecutivas: 2 (Luiz Felipe Lira: Miami, Austrália / Bruno Sens Chang: Loudon, Vancouver)
Vitórias em Home Race: 4 (Ismael Raitz: Toronto / Carlos Tassi: Cleveland / Joaquim Barreto: Mid-Ohio / Yuri Laszlo: Laguna Seca)
Poles consecutivas: 0
Poles em Home Race: 3 (Ismael Raitz: Toronto / Carlos Tassi: Cleveland / Joaquim Barreto: Mid-Ohio)
Maior sequência de abandonos: 3 corridas (Danilo Cechin Paraná 2 e Yuri Laszlo São Paulo 3)
Maior sequência sem pontuar: 10 corridas (Filipovisky de La Fuente, Espírito Santo 1)

Maior número de vitórias: Rio de Janeiro 1 - 5 vitórias
Maior número de pódiuns: Rio de Janeiro 1, São Paulo 3 e Espírito Santo 1 - 10 pódiuns
Maior número de pole positions: Santa Catarina 1 - 8 poles
Maior quantidade de voltas mais rápidas: Rio de Janeiro 1 e São Paulo 3 - 4 vezes

Maior pontuação em uma etapa: Santa Catarina 1 - 45/53 pontos (Long Beach)
Menor pontuação em uma etapa: Espírito Santo 1, Santa Catarina 1 e Paraná 2 - 0 ponto (ES1 em Nazareth e Laguna Seca, SC1 em Indianápolis, PR2 em Laguna Seca)

Melhor média de largada: Santa Catarina 1 - média 8,3
Pior média de largada: São Paulo 3 - média 14,1

Maior quantidade de voltas lideradas: Santa Catarina 1 - 598
Menor quantidade de voltas lideradas: Paraná 1 - 179

Maior número de ultrapassagens: Paraná 2 - 457
Menor número de ultrapassagens: Paraná 1 - 266

Maior registro de abandonos: São Paulo 3 - 15
Menor registro de abandonos: Minas Gerais 1 - 8

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Notícias: CBBr 2009.2 - 2ª Divisão

Rio de Janeiro 2 é o campeão da Segundona

Candangos e paulistas bem que tentaram, mas não conseguiram. Na Segunda Divisão da CBBr 2009.2, quem levou o título foi a galera da Cidade Maravilhosa. Durante toda temporada, estas três equipes simplesmente atropelaram as rivais e, consequentemente, arrebataram as vagas de acesso para a divisão de elite da CBBr.

Mas, para uns pouco importa quem subiu ou quem deixou de subir. A galera quer mesmo é saber se São Paulo 5 conseguiu cumprir a meta dos 50 pontos.

E então, será mesmo que o objetivo foi cumprido? Será mesmo que os paulistas conseguiram ultrapassar a marca histórica dos 50 pontos?

Bem, digamos que a equipe surpreendeu muito mais do que poderíamos imaginar...



Antes de continuarmos com a atração maior da Segunda Divisão, vamos voltar a falar da turma do topo da tabela. Com 9 vitórias em 17 etapas, era evidente que o título não poderia ter outro destino sem ser para o Rio de Janeiro 2. Bem que São Paulo 2 e Distrito Federal 1 tentaram colocar água no chopp, mas não teve jeito.

Sobre os candangos, o que dizer deles?!!? Brigando desde o início da temporada com os cariocas, o trio formado por Fernando Vasconcelos, Alexandre Ceresa e Matheus Wernay chegaram com atitude e, por certo momento no campeonato, chegaram a abrir uma vantagem considerável, dando pinta que o título já tinha dono. Mas, a partir de Elkhart Lake, o impossível aconteceu: Distrito Federal começou a perder terreno, não se encontrava nas corridas e, mesmo sem abandonar, completava as corridas fora da zona de pontos. E o resultado disso foi determinante para perder tanto o título para o Rio de Janeiro 2 quanto o segundo lugar para a equipe São Paulo 2.

E o que falar de São Paulo 2? Mesmo com o campeão entre pilotos, João Zanchetta, marcando cerca de 57% dos pontos da equipe, a equipe praticamente correu com dois pilotos durante boa parte da temporada. Segundo relatos do próprio piloto, mesmo com a grande performance de Matheus Wernay, a equipe precisava do seu terceiro piloto para somar pontos importantes para a conquista do título. Apesar da extraordinária média de 29,9 pontos em 10 etapas, Ítalo Augusto (participando desta CBBr com o nick Reed Sorenson) não foi capaz de contribuir à altura de seus dois companheiros de equipe.

Então, simplesmente, bastou a equipe carioca administrar a grande vantagem obtida durante toda temporada. Afinal de contas, 9 vitórias em 17 etapas é de se tirar o chapéu mesmo. Na equipe em que todos os pilotos conseguiram no mínimo uma vitória, Luiz Guilhemond, Rodrigo Teixeira e Victor Faeda podem bater no peito e dizer que, simplesmente, atropelaram na Segunda Divisão da CBBr 2009.2.

Falando agora do meio da tabela, Rio de Janeiro 3, Sul 1 e Acre 1 também obtiveram grandes resultados durante a temporada, mas não com tanto brilhantismo quanto os outros quatro times da Segundona. Deste grupo, vale destacar as vitória de Luis Alberto e Marcos Vinicius (Rio de Janeiro 3) e a corrida única do time acreano em Portland, onde Leandro Gel chegou em 3o e Geraldinho Alkmin em 2o. O ponto negativo destas três equipes é que Sul 1, como completou o campeonato na 6ª posição, foi rebaixado para a Terceira Divisão.

Agora, o principal. Vamos falar da estrela maior da Segunda Divisão da CBBr 2009.2. Vamos comentar sobre o time que supreendeu a todos nós, com seus resultados mais do que inesperáveis. É chegada a hora de saber:

São Paulo 5 marcou ou não marcou 50 pontos?






Apesar da grande torcida para este feito histórico, da campanha em massa em rádio, TV, Twitter, Orkut, blog etc etc, infelizmente o time paulista não alcançou a marca.



Calma, calma... não priemos cânico. Por mais que a equipe não tenha alcançado este feito, o trio formado por Andre França, Rodrigo Oliveira e Rodolpho Amorim nos trouxeram agradáveis surpresas. Vamos conferir?

Primeiro: foi a única equipe até agora na CBBr que não beliscou um pódio sequer, sendo a melhor prosição de chegada um 10º lugar



Segundo: Rodrigo Oliveira, um dos integrantes do time, só conseguiu pontuar na 14ª etapa. Detalhe básico é que a temporada possui 17 etapas



Terceiro: Acharam o caso de Rodrigo Oliveira grave? Pelo menos ele marcou mais três pontinhos nas últimas etapas. O que dizer de André França, que marcou apenas um único ponto durante toda a temporada?



Quarto: Nessa a equipe se superou... ao longo de toda temporada, sabem a quantidade de voltas lideradas? Vinte? Dez? Nada disso! Zero! São Paulo 5 não liderou uma volta sequer nas 2200 voltas disputadas.



Cinco: Pra fechar com chave de ouro, agora vai um desafio para vocês. Com apenas 20 pontos marcados, melhor posição de chegada um 10º isolado, nenhuma volta liderada e pior média de qualificação, quantos abandonos a equipe registrou ao longo da temporada?



Pensou mesmo?


...


Tem certeza?


...

Última chance. Vai mudar de opinião? Não?


...


...




Isso mesmo, seis abandonos. Apenas seis abandonos durante toda temporada. Um recorde positivo para a pior equipe da CBBr. Incrível, simplesmente incrível.

Brincadeiras a parte, a equipe da CBBr parabeniza todos os participantes desta temporada. Para os que conquistaram a vaga para a Primeira Divisão, não deixem de ler com atenção o próximo resumo. Para os demais, apenas uma dica: treino. Muito e muito treino a procura de uma configuração ideal para conquistar o objetivo maior: estar no TOP 7 deste campeonato nacional.

Com isso, encerramos a Segunda Divisão da CBBr 2009.2. Aguardamos todos vocês ano que vem. Um grande abraço e até lá!






CBBr 2009.2 - SEGUNDA DIVISÃO - ESTATÍSTICAS

Vitórias consecutivas: 2 (Luiz Guilhermond: Australia, Phoenix / João Zanchetta: Portland, Elkhart Lake)
Vitórias em Home Race: 2 (Luiz Guilhermond: Australia / João Zanchetta: Laguna Seca)
Poles consecutivas: 2 (Victor Faeda: Indianapolis, Milwaukee / Rodrigo Munhoz: Toronto, Cleveland)
Poles em Home Race: 1 (Luiz Guilhermond: Australia)
Maior sequência de abandonos: 4 corridas (Douglas Sattler, Sul 1)
Maior sequência sem pontuar: 13 corridas (Rodrigo Oliveira, São Paulo 5)

Maior número de vitórias: Rio de Janeiro 2 - 9 vitórias
Maior número de pódiuns: São Paulo 2 - 18 pódiuns
Maior número de pole positions: Rio de Janeiro 2 - 8 poles
Maior quantidade de voltas mais rápidas: Rio de Janeiro 2 - 5 vezes

Maior pontuação em uma etapa: Rio de Janeiro 2 - 50/53 pontos (Indianapolis e Toronto)
Menor pontuação em uma etapa: São Paulo 1 - 0 pontos (oito vezes)

Melhor média de largada: Rio de Janeiro 2 - média 8
Pior média de largada: São Paulo 5 - média 12

Maior quantidade de voltas lideradas: Rio de Janeiro 2 - 817
Menor quantidade de voltas lideradas: São Paulo 5 - 0

Maior número de ultrapassagens: Distrito Federal 1 - 385
Menor número de ultrapassagens: São Paulo 5 - 65

Maior registro de abandonos: Rio de Janeiro 2 - 17
Menor registro de abandonos: São Paulo 5 - 6

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Notícias: CBBr 2009.2 - 3ª Divisão

Nordeste 1 é o campeão

Desde a sétima etapa para não sair mais do topo. A turma do Nordeste 1 não deu mole pra ninguém e garantiu o título da Terceira Divisão da CBBr 2009.2 e, automaticamente, o acesso para a Segundona. Quem também garantiu o acesso foi São Paulo 4, equipe que chegou a liderar o campeonato no início da temporada e, faltando cinco corridas para o fim, quase viu a vaga parar nas mãos de outra equipe, lutanto até o fim contra os times Minas Gerais 2 e Paraná 3.

Quem não irá levar boas lembranças desta temporada são os times Pernambuco 1 e São Paulo 1, que terão que torcer para que não haja equipes reservar se quiserem permanecer na Terceira Divisão.

Vamos ver com detalhes como foi a temporada?



Um time campeão é tecnicamente o que conquista mais vitórias, certo? Nordeste 1 tratou de enganar todos nós. Para eles, um time campeão é aquele que é mais constante durante toda temporada. Que digam os integrantes da equipe, o baiano Fabricio Santos, o cearense Heitor Ramos e o potiguar Fernando Cabral. Com 4 vitórias e 13 pódios, o título (junto com o acesso para a Segundona) veio com com uma etapa de antecedência quando Heitor, o único piloto da equipe, completou a prova... em primeiro! Justamente na única vitória do time que não foi de Fabricio, campeão entre pilotos da Terceira Divisão.

E sobre o time que mais conquistou vitórias. Se não foi o time campeão, quem foi? Quem pensou que foi São Paulo 4 está enganado. Por incrível que pareça, a equipe que obteve mais vitórias corre risco de nem participar da próxima temporada, senhoras e senhores! Rio de Janeiro 4, com suas 5 vitórias e 9 pódios, que chegou a brigar pela liderança no decorrer da temporada, encerrou sua participação na quinta posição e, no caso de existir 3 times aguardando vaga na CBBr, os cariocas Victor Pacheco, Marcos Júnior e Ary Cesar irão assistir a edição de 2010.1 aqui pelo blog.

E quase que esse desespero não teve outros donos. Composto pelos pilotos, Mateus Pontes, Felumpe Henn e Mariano Wistuba, a equipe Paraná 3 simplesmente cochilou nas últimas três etapas, marcando metade dos pontos que os cariocas obtiveram. Se não fosse pelos 2 pódios salvadores de Pontes nestas etapas, a história seria diferente.

Mas não se desesperem, rapazes.
=D

Continuando na parte de baixo da tabela, abaixo do Rio de Janeiro 4, tivemos os times Pernambuco 1 (João Siqueira, Gabriel Pedreschi e Leandro Moura) e São Paulo 1 (Matheus Silva, Markim Tomaz e Pedro Leal). Em ambos os times, uma infeliz coincidência: nenhum dos integrantes estavam no TOP 10 entre pilotos. Provavelmente, esse é o ponto chave para não terminar no fundo da tabela. Pelo menos, os pernambucanos puderam comemorar, mesmo que na corrida de abertura, o sabor da vitória, coisa que os paulistas não souberam desfrutar durante a temporada, mesmo obtendo o segundo maior registro em pole positions.

Para fechar este resumão da Terceira Divisão da CBBr 2009.2, a briga pela segunda vaga. Era São Paulo 4 e Minas Gerais 2 separados por 14 pontos na última etapa, com vantagem para os paulistas. Etapa por etapa, os mineiros reduziam cada vez mais a diferença, que chegou a ser de 52 pontos. E, na etapa decisiva... na etapa que selaria uma recuperação daquelas... marcaram um pontinho só. Um mísero ponto. Eduardo Macedo, Reinaldo Lucio e Fernando Junior terão que ralar mais na próxima temporada pois foi São Paulo 4 que garantiu o acesso.

Como todo perdedor tem seu espaço para explicações, o motivo de Minas Gerais 2 (que aliás, está na grande final do concurso de melhor livery da CBBr 2009.2) não conquistar a vaga é mais do que óbvio: enquanto Eduardo e Reinaldo terminaram a temporada em segundo e quarto, respectivamente, Fernando Junior foi o último colocado entre os pilotos.

Muito agradecidos ficaram Gabriel Zanchetta, Rafael Matheus e Marcus Ribeiro, conquistando assim, o acesso para a Segunda Divisão. Com três vitórias, o time que brigava pelo título, se viu nas últimas etapas, como dito acima, prestes ter que disputar a vaga na próxima temporada. Tudo isso é resultado direto ao desempenho de Gabriel, que em 6 etapas marcou somente 10 pontos, praticamente obrigando Rafael e Marcus a pontuarem por ele. Somente com este trabalho em equipe que São Paulo 4 conseguiu o feito. Vale ressaltar que a última vitória do time foi justamente na última corrida. Ou seja, a sorte realmente estava do lado da galera da garoa.

Galera, com isso vamos encerrando a Terceira Divisão da CBBr 2009.2. Parabéns a todos os participantes que estiveram disputaram essa temporada e aguardamos todos vocês na CBBr 2010.1. Até lá!






CBBr 2009.2 - TERCEIRA DIVISÃO - ESTATÍSTICAS

Vitórias consecutivas: 0
Vitórias em Home Race: 1 (Matheus Pontes PR3, Elkhart Lake)
Poles consecutivas: 0
Poles em Home Race: 0
Maior sequência de abandonos: 3 corridas (Reinaldo Lucio MG2, Marcus Ribeiro SP4, Fernando Júnior MG2)
Maior sequência sem pontuar: 6 corridas (Markim Tomaz SP1)

Maior número de vitórias: Rio de Janeiro 4 - 5 vitórias
Maior número de pódiuns: Nordeste 1 - 13 pódiuns
Maior número de pole positions: São Paulo 4 - 7 poles
Maior quantidade de voltas mais rápidas: Minas Gerais 2 - 6 vezes

Maior pontuação em uma etapa: Nordeste 1 - 49 pontos (Porltand)
Menor pontuação em uma etapa: São Paulo 1 - 0 pontos (Elkhart Lake)

Melhor média de largada: São Paulo 4 - média 7,7
Pior média de largada: São Paulo 1 - média 12,6

Maior quantidade de voltas lideradas: Nordeste 1 - 530
Menor quantidade de voltas lideradas: São Paulo 1 - 79

Maior número de ultrapassagens: Minas Gerais 2 - 455
Menor número de ultrapassagens: Paraná 3 - 274

Maior registro de abandonos: Minas Gerais 2 - 15
Menor registro de abandonos: Pernambuco 1 - 10

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Liveries: A Grande Final

Enquanto aguardamos a definição das três divisões da Copa BATracer Brasil, vamos conhecer os finalistas do Concurso de Liveries???

Vamos recapitular desde o início: no fim do mês de novembro, dez equipes tiveram a usadia e cara de pau de enviar suas liveries. Como a cada livery a gente ficava mais indeciso para escolher qual era a melhor, deixamos a cargo de toda galera da CBBr para que eles decidissem qual seria a livery mais fodarástica da edição 2009.2.

Continuando a sessão flashback, separamos as dez pinturas em dois grupos e, os dois melhores de cada grupo, iriam fazer a grande final do Concurso de Liveries - CBBr 2009.2

Lembrando que cada deveria votar nos dois grupos em questão. marcando de 1 a 5 nas liveries de cada grupo, sendo 1 a livery mais foda do grupo e 5 para a livery mais furreca.

Grupo Verde
a. Rio de Janeiro 1
b. Paraná 2
c. Santa Catarina 1
d. Rio de Janeiro 2
e. São Paulo 2

Grupo Amarelo
a. São Paulo 3
b. Minas Gerais 2
c. Minas Gerais 1
d. Paraná 3
e. Espírito Santo 1


E então, vamos conhecer os finalistas?






Do Grupo Verde, os finalistas são:

Paraná 2

Campeonato: CBBr 2009.2, Primeira Divisão
Pilotos: Carlos Tassi / Sergio Kolachinski / Danilo Cechin
Média de votação: 1,82

Melhor média de votação do Grupo Verde. Esta livery foi idealizada por Halle Marques a pedido de Carlos Tassi, membro da equipe paranaense. Vamos rever o que o participante comentou na época

"A idéia basica quando começamos a pensar na livery, era basicamente como todas as outras, inspiradas nas cores e bandeira do estado, mas com o tempo, fomos achando que poderiamos cair na mesmice e que precisariamos de algo diferente para valorizar a arte. Então com a ajuda de nosso grande Milka Dunno, que é o autor da arte, inclusive os detalhes da forma da pintura, resolvemos incluir um simbolo do nosso estado, que são as Araucárias. Então valorizamos nossa bandeira, nossas cores e nosso símbolo estampado ao fundo em sua caranegem."


Rio de Janeiro 1

Campeonato: CBBr 2009.2, Primeira Divisão
Pilotos: Luiz Felipe Lira / Frank Aguiar / Renan Tricolor
Média de votação: 2,25

O segundo lugar do Grupo Verde ficou com a turma do Rio de Janeiro 1. Mesmo com a repercussão das cores, a pintura fluminense está no TOP 4 da CBBr. 2009.2. Com auxílio de Frank Aguiar, Luiz Felipe Lira elaborou esta livery e é ele que explica um pouco mais:

"A livery do RJ 1 traz em seu desenho várias imagens que ilustram suas belezas e atrações, dentre elas o Pão de Açúcar, Cristo Redentor, as praias (representadas pela imagem do calçadão de Copacabana no aerofólio dianteiro) e os Jogos Olímpicos de 2016. Suas cores azul e branco são fruto da bandeira do Estado Fluminense, a qual também está representada no aerofólio traseiro, juntamente com o número, que é o DDD da capital. Aí está a livery da cidade maravilhosa!!!!"





Do Grupo Amarelo, os finalistas são:

São Paulo 3

Campeonato: CBBr 2009.2, Primeira Divisão
Pilotos: Rafael Ganecci / Yuri Laszlo / Leandro Boutsen
Média de votação: 1,66

A livery com melhor média de votação dos dois grupos. 75% dos participantes queriam ver a livery de São Paulo 3 na grande final. Pouca coisa, não acham? Quem explica melhor a origem do desenho é nada mais, nada menos, que Yuri Laszlo (dispensa apresentações, né?)

"Sendo uma das primeiras equipes a fazer limonada com os limões nos dados pelo senhor Jules, o terceiro time de São Paulo apresenta uma livery, em formato Lola, inspirada no carro de Dan Wheldon, vencedor da IRL em 2005. O cores visam representar o nosso pavilhão nacional, com a legenda em vermelho e preto facilitando o t rabalho de identificação os mais lentos. O destaque do Hepta-móvel tem de ser, sem dúvida alguma, os ramos de café, símbolos do crescimento do pais e do estado, representados na nossa livery através de ramos de café."


Minas Gerais 2

Campeonato: CBBr 2009.2, Terceira Divisão
Pilotos: Eduardo Macedo / Reinaldo Lucio / Fernando Junior
Média de Votação: 2,36

Único representante que não disputou a Primeira Divisão, mostrando que uma bela pintura não necessariamente deveria estar na elite. Belíssimo exemplo dos mineiros que, desde já, podem se considerar vitoriosos pelo simples fato de representarem sua divisão na Grande Final desde concurso. Aqui vai os parabéns da CBBr pela iniciativa e esperamos que na próxima muitos outros sigam o exemplo! E quem conta com mais calma como os mineiros chegaram ao resultado final Eduardo Macedo.

"Rapaz, Halle Marques entrou em contato comigo, se ofereceu para fazer o livery e eu aceitei, já que eu mesmo nao ia poder fazer um caprichado, melhor deixar com alguem que esteja entusiasmado! ele fez o desenho, me mandou o preview. Gostei bastante, mas pedi para ele fazer uma pequena modificação, nas cores somente. Foi um ótimo trabalho e foi aprovado por mim e por todo o time. E, convenhamos, está dando sorte!"

Média de votação de todos os participantes






E para escolhermos a melhor livery do concurso, comofas?

Simples! No mesmo exemplo que seguimos na primeira fase: temos agora quatro candidatos para melhor livery, certo? Então você irá votar de 1 a 4, sendo 1 a livery mais foda desta grande fnal e 4 para a livery mais furreca.

Mas lembre-se: responda a votação por MP. O seu voto é secreto!


Se você recebeu a MP sobre a votação, não perca tempo! Decida você qual será a melhor pintura do Concurso de Liveries CBBr 2009.2!

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Notícias: CBBr 2009.2 - 1ª Divisão

Duas equipes, dois pontos

Rio de Janeiro 1, que liderou por quase toda temporada, fraquejou no final e Paraná 2 encostou, trazendo emoção para a última etapa da Copa BATracer Brasil. Enquanto Santa Catarina 1 corre por fora para conquistar o título, Espírito Santo 1 e São Paulo 3 tem outra briga à parte: para quem sai do rebaixamento.

Por isso, este último panorama antes da definição da temporada é dedicado a você, que está com a calculadora na mão (aquela bem chata, que todo botão que aperta, sai um barulhinho agudo e perturbador), totalmente desesperado, querendo saber se seu time vai mesmo garantir o título ou se vai ter que ralar ano que vem para voltar a Primeira Divisão.






O TITULO

Três equipes ainda brigam pelo título: Rio de Janeiro 1, Paraná 2, Santa Catarina 1

Rio de Janeiro 1 e Paraná 2

Aqui a briga é mais do que direta: apenas dois pontinhos separam os melhores times da CBBr 2009.2, com vantagem para a galera da Cidade Maravilhosa. Nessas condições, os pontos extras serão importantíssimos e, sem sombra de dúvidas, todos os três pilotos do time estão mais do que obrigados a pontuarem na última prova. Vai ser no detalhe!

Em caso de empate, Rio de Janeiro 1 leva vantagem pelo número de vitórias


Santa Catarina 1

A situação dos catarinenses é complicada, mas ainda dependem apenas de si para conquistarem o título nesta primeira temporada.

• Se conseguirem a Missão Impossível + 2 pontos extras, são campeões sem depender dos resultados dos adversários
• Se "só" conseguirem a Missão Impossível, terão que torcer para o Rio de Janeiro 1 não somar mais do que 28 pontos (4º, 5º e 7º, por exemplo) e Paraná 2 somar mais que 30 pontos (4º, 5º e 6º, por exemplo)
• Em caso de empate com os paranaenses, Santa Catarina leva o título. Já em caso de empate com os cariocas, ficam com o vice.


O REBAIXAMENTO

A briga nesta última etapa é para fugir da 3ª vaga, já que Minas Gerais 1 e Paraná 1 caribaram sua participação na Segundona na etapa anterior. Os candidatos são Espírito Santo 1 e São Paulo 3.

A ampla vantagem do time capixaba é notória: 41 pontos. Ou seja, os paulistas precisam obrigatoriamente da vitória nesta última etapa. Mais do que isso: precisam de 2 dos 3 pilotos no pódio. Além disso, terão que torcer para o Espírito Santo 1 não marcar mais do que 8 pontos


OLHO VIVO APOSTA NELES!!
Título: Paraná 2
Rebaixamento: São Paulo 3


* Atualizado às 13:30
Faltando 30min para a decisão, Rio de Janeiro 1 marca a pole na última etapa. Haja emoção!


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Notícias: CBBr 2009.2 - 3ª Divisão

Resultados após quinze etapas

Pernambuco 1 começou na liderança. Uma etapa depois, Minas Gerais 2 assumiu a ponta. Outra etapa, era São Paulo 4 o líder. Mas, desde a sétima etapa, é o Nordeste 1 que lidera a Terceira Divisão da CBBr. Agora, faltam apenas duas etapas, chegamos ao momento de definição: quem sobe? Quem fica? Quem desce?

Por isso, este último panorama antes da definição da temporada é dedicado a você, que está com a calculadora na mão (aquela bem chata, que todo botão que aperta, sai um barulhinho agudo e perturbador), totalmente desesperado, querendo saber se seu time vai mesmo garantir o acesso ou se vai ter que ralar ano que vem para voltar a Terceira Divisão.



Todos os cálculos foram feitos com a situação hipotética de seu time conseguir 1-2-3 nas duas últimas corridas, que seria 50 pontos a cada corrida (excluindo os pontos extras). Vamos chamar essa combinação insana de Missão Impossível.

Vale ressaltar que este estudo foi baseado no seu time dependendo de si próprio, sem considerar os resultados dos adversários.

Para efeito de registro, os times que mais se aproximaram deste feito foram o Nordeste 1 (49 pontos) e Rio de Janeiro 4 (46 pontos)


MÉDIA DE PONTOS DOS TIMES DA TERCEIRA DIVISÃO

Nordeste 1: 22 pontos
São Paulo 4: 18 pontos
Minas Gerais 2: 17 pontos
Paraná 3: 16 pontos
Rio de Janeiro 4: 14 pontos
Pernambuco 1: 11 pontos
São Paulo 1: 6 pontos


SITUAÇÃO ATUAL






REBAIXAMENTO

Como é? Rebaixamento na última divisão da CBBr?
Sim! Na 3ª divisão existe rebaixamento. Como diz nas Diretrizes da CBBr: Caso haja equipes na Reserva (de 1 a 3 equipes), as últimas equipes colocadas (de 1 a 3) serão rebaixadas para a Reserva ou para 1 (uma) Divisão abaixo (se passar a existir mais Divisões na edição seguinte).

Então vamos ver a situação de cada um que atualmente se encontra na degola:

São Paulo 1:
• Se existir mais de um time na reserva, já está rebaixado.
• Se for apenas um time na reserva, mesmo cumprindo a Missão Impossível, pode alcançar apenas o time Pernambuco 1, que não poderá marcar mais que 17 pontos.

Pernambuco 1:
• Se existir apenas um time reserva, basta marcar 17 pontos nas duas últimas corridas para se garantir na 3a divisão
• Se existir dois times na reserva, Rio de Janeiro 4 poderá marcar mais do que 58 pontos.
• Se existir três times na reserva, além da situação acima, Pernambuco 1 também sairá da degola se Paraná 3 marcar menos de 32 pontos e Minas Gerais 2 menos de 7 pontos.

Rio de Janeiro 4:
• Se existir um time na reserva, está salvo.
• Se existir dois times na reserva, marcando 58 pontos o time continua na 3a divisão, mesmo se Pernambuco 1 conseguir 1-2-3 nas duas últimas provas
• Se existir três times na reserva, independente do resultado dos demais, está salvo se conseguir a Missão Impossível.

Paraná 3:
• Se existir um time na reserva, está salvo.
• Se existir dois times na reserva e Pernambuco 1 fazendo a Missão Impossível, basta marcar 32 pontos nas últimas provas.
• Se existir três times na reserva, Rio de Janeiro não pode cumprir a Missão Impossível ou o time precisa marcar 68 para depender apenas de si mesmo.

Minas Gerais 2:
• Se existir dois times na reserva, basta apenas 7 pontinhos.
• Com três times na reserva e com Rio de Janeiro 4 fazendo a Missão Impossível, 49 pontos serão necessários.

São Paulo 4:
• Só sofre ameaça de rebaxamento se Rio de Janeiro 4 fizer a Missão Impossível. 40 pontos serão necessários.


ACESSO PARA A SEGUNDA DIVISÃO

Nordeste 1:
• Marca seu acesso a Segunda Divisão na CBBr 2010.1 marcando 31 pontos nas duas últimas etapas.

São Paulo 4:
• Com 76 pontos, garante o acesso a Segunda Divisão independente dos resultados dos demais

Minas Gerais 2:
• Deve marcar mais 44 pontos para disputar a Segunda Divisão

Paraná 3:
• Para não depender dos resultados dos demais, apenas a Missão Impossível garante o time na Segunda Divisão

Rio de Janeiro 4:
• Depende de um milagre. Além de garantir a Missão Impossível, deve torcer para São Paulo 4 não marcar mais de 40 pontos e Minas Gerais 2 conquistar 49 pontos.

Pernambuco 1 e São Paulo 1
Não tem mais chances de acesso à 2ª Divisão


OLHO VIVO APOSTA NELES!!
Acesso: Nordeste 1 e Minas Gerais 2
Rebaixamento: São Paulo 1 e Pernambuco 1

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Concurso de Liveries: A VOTAÇÃO

Senhores!

É chegada a hora da votação da melhor livery da CBBr 2009.2
Vamos conhecer como funcionará o concurso


FORMA DE DISPUTA

Como temos 10 liveries concorrendo, iremos fazer a escolha em duas fases.

Nesta primeira fase, vamos separar as liveries em dois grupos, cada um com cinco candidatos. Passam para a fase final as duas melhores pinturas em cada grupo.

O prazo final de votação da primeira fase será até as 23h59min do dia 7/12/2009





DIVISÃO DOS GRUPOS

Bem, vamos então aos grupos:

Grupo Verde
a. Rio de Janeiro 1
b. Paraná 2
c. Santa Catarina 1
d. Rio de Janeiro 2
e. São Paulo 2

Grupo Amarelo
a. São Paulo 3
b. Minas Gerais 2
c. Minas Gerais 1
d. Paraná 3
e. Espírito Santo 1


Se você quer conferir os detalhes de cada livery antes de decidir o seu voto ou não lembra de coisa nenhuma pois estava mais entretido conferindo o resultado de sua corrida na CBBr, aqui vão os links dos dois posts relacionados:

Concurso de liveries: primeira parte
Concurso de liveries: segunda parte





COMO VOTAR

Simples: temos cinco candidatos em um grupo, certo? Então você irá votar de 1 a 5, sendo 1 a livery mais foda do grupo e 5 para a livery mais furreca.

Depois só fazer o mesmo para o outro grupo e mandar seu voto. Mas lembre-se: responda a votação por MP. O seu voto é secreto!

Ficou na dúvida? Vamos a um exemplo

********* INÍCIO DO EXEMPLO *********

Grupo Verde
1. São Paulo 2
2. Santa Catarina 1
3. Rio de Janeiro 1
4. Paraná 2
5. Rio de Janeiro 2

Grupo Amarelo
1. Minas Gerais 2
2. Paraná 3
3. Espírito Santo 1
4. Minas Gerais 1
5. São Paulo 3

********* FIM DO EXEMPLO *********


Se você recebeu a MP sobre a votação, não perca tempo! Decida você quem irá para a fase final do concurso de melhor livery da CBBr 2009.2!

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Notícias: CBBr 2009.2 - 1ª divisão

Resultados após dez etapas


E como está a divisão de elite da CBBr? Para quem lembra, tínhamos quatro equipes separadas por apenas 21 pontos. E agora? Como estão as coisas por lá?

Ao contrário das outras duas divisões, o líder da 1ª Divisão continua o mesmo. O Rio de Janeiro 1, composto pelo trio Frank Aguiar, Luiz Felipe Lira e Renan Tricolor ainda segue na liderança. Mas não pensem que os cariocas estão tranquilos na liderança: a coisa esquentou para eles. Agora, a situação está mais do que equilibrada e, a cada corrida, sempre surgem novas supresas. Não tão na cola quanto no panorama anterior, o time Paraná 2 (Carlos Tassi, Sergio Kolachinski e Danilo Cechin) ocupa a 2ª posição, seguido por Santa Catarina 1 (Bruno Sens Chang, Carlos Zoro, Ismael Raitz), São Paulo 3 (Rafael Ganecci, Yuri Laszlo e Leandro Boutsen) e pelo time azul/rosa calcinha do Espírito Santo 1 (Filipoviski De La Fuente, Roberto Kuster e Joaquim Barreto)

Fechando a tabela da Primeira Divisão, mas não tão distante dos demais, encontram-se os times Paraná 1 (Diego Leds, João Felipe e Thiago Marinello) e Minas Gerais 1 (Halle Marques, Lucas Oliveira e Flavio Seno)



Como já dissemos, o trio do Rio de Janeiro 1 foi o único a sustentar a liderança desde o último panorama. Nada disso for por um acaso: uma série de fatores mantiveram o Rio de Janeiro 1 na ponta da tabela. Vamos a eles:

• Indianapolis: enquanto Renan Tricolor bebia sua garrafinha de leite, os pilotos de Paraná 2 e São Paulo 3 marcaram poucos pontos. Santa Catarina, por incrível que pareça, saiu zerado.

• Milwaukee: quando tudo parecia perdido para os cariocas, com os demais concorrentes pontuando muito bem nesta etapa, Frank Aguiar arrancava um pódio milagroso. Poderia ser pior, o crescimento de produção das equipes que estão ameaçadas de rebaixamento contribuiu para o equilíbro do campeonato.

• Portland: era a etapa perfeita para Santa Catarina, que saiu da lanterna no início da temporada, liderar pela primeira vez a CBBr. Há quem diga que era a chance do Paraná 2 retomar a liderança perdida em Long Beach. O que ninguém contava era com o time que abdicou do azul/rosa calcinha e correu atrás de patrocínio forte para fugir do rebaixamento. Espírito Santo 1 aplicou uma dobradinha fantástica, equilibrando ainda mais a temporada.

• Elkhart Lake (ou Road America, fica a gosto do freguês): depois de tantos sustos, a galera do RJ não marcou bobeira e tratou de ocupar os dois lugares mais altos do pódio, com Lira e Aguiar, marcando o quarto 1-2 nesta temporada (além deste e de Kuster e Barreto mencionados acima, os outros dois foram de Cechin-Kolachinski em Phoenix e Raitz-Zoro em Long Beach). O mais prejudicado nesta etapa foi Santa Catarina 1 que, novamente, marcou poucos pontos e, sendo assim, Paraná 2 assumiu a segunda posição.

E na briga para quem foge da degola? Difícil de prever quem serão os três times rebaixados. Numa temporada de altos e baixos de todos os times até então, quem marca menos pontos corre com sob pressão na próxima etapa. Que diga São Paulo 3! Será que o Olho Vivo na verdade é Olho Gordo? Prevendo uma ascenção dos paulistas, a galera do "1 chopps e 2 pastel" não emplaca bons resultados. Depois desta última etapa, como quase saiu zerado de Elkhart Lake, Espírito Santo 1 agora ameaça freneticamente a quarta posição do time paulista. Se não fosse pela sequência de maus resultados do Mito, vulgo Filipoviski De La Fuente, a situação poderia ser pior. Mas é bom os capixabas ficarem ligados pois a distância deles para o lanterna (Minas Gerais 1) é de apenas 25 pontos.

Faltam sete etapas. Valendo um quebra-queixo mordido e um Guaravita, alguém é ousado o suficiente para palpitar o campeão?


EM ALTA: Rio de Janeiro 1 - quando um falha, tem outro para garantir o resultado (e a liderança) da equipe.

EM BAIXA: São Paulo 3 - depois da última (e única) vitória, o time não consegue bons resultados e agora pode viver a sombra do rebaixamento. Será que foi culpa do Olho Vivo?

OLHO VIVO: Espírito Santo 1 - assim que o time conseguiu bon$ patrocínio$, a turma agora resolveu correr de verdade. Mas há quem diga que, se os capixabas correrem de carro azul/rosa calcinha, o Olho Vivo não vai se tornar Olho Gordo.




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Notícias: CBBr 2009.2 - 2ª divisão

Resultados após dez etapas

Vamos agora ver como anda a Segundona. Após 5 etapas, vimos uma briga solitária entre Distrito Federal 1 e Rio de Janeiro 2 pela primeira posição, com São Paulo 2 só esperando algum vacilo para entrar nessa disputa. Do lado de baixo da tabela, Sul 1, Rio de Janeiro 3 e Acre 1 disputavam corrida a corrida quem iria se firmar como a 4ª melhor equipe, enquanto São Paulo 5 amargurava a lanterna da sua divisão.

Será que, depois de dez etapas disputadas, alguma coisa mudou? Será que algum time deslanchou no campeonato? Ou pior, será que alguém afundou pior que pedra?

Por incrível que pareça, não. Não houve nenhuma grande diferença no panorama atual para o de cinco etapas atrás.

Mas não pensem que a Segundona está entediante. A briga pelo título está mais do que acirrada! A liderança muda de dono a cada corrida. E quem é o líder após a décima etapa é a equipe do Rio de Janeiro 2, comandados por Luiz Guilhemond, Rodrigo Teixeira e Victor Faeda. Na cola dos cariocas, só seis pontinhos atrás, vem os candangos do Distrito Federal 1, com Fernando Vasconcelos, Alexandre Ceresa e Matheus Wernay. Esses seis pilotos estão no TOP 10 da Segundona, mostrando que, para obter um bom desempenho no campeonato, é mais do que obrigação os três pilotos pontuarem.

Na sequência da tabela temos o São Paulo 2, um hiato bem grande, Acre 1 (aquela equipe do estado que não existe), Rio de Janeiro 3, Sul 1, um outro hiato maior ainda, e o time São Paulo 5



Voltando ao topo da tabela, que disputa é essa entre Rio de Janeiro 2 e Distrito Federal 1. O time dos cariocas liderava até a quarta etapa com certa vantagem. A partir daí, é pura emoção na Segundona. Em Nazareth, quinta etapa, Distrito Federal assume a ponta e, desde então, as duas equipes se revezam na liderança a cada etapa. De lá pra cá, a maior vantagem que um time impôs sobre o outro foi em Detroit, quando Rio de Janeiro 2 colocou 15 pontinhos na frente do Distrito Federal 1. Será que a briga vai continuar assim até a última etapa? Haja emoção!

Aliás, falando em emoção, o que o líder no campeonato de pilotos acha disso? Se você pensou que o líder é fluminense ou candango está enganado. O líder da Segundona é paulista! João Zanchetta arrancou duas vitórias nas duas últimas etapas e assumiu a liderança. Entretanto, São Paulo 2 não pode depender somente dos seus resultados se quiser brigar pelo título. Mesmo com Rodrigo Munhoz conduzindo seu carro a alguns bons resultados, a equipe ainda distoa pois Italo Augusto não se encontrou nesta temporada. Dessa vez, o Olho Vivo da CBBr falhou.

Na briga para quem se firma no quarto lugar, os pilotos do inexistente Acre 1 supreenderam nas duas últimas etapas e ocuparam a posição mais ingrata do campeonato: a do quase classificados para a elite da CBBr. Soma-se a esta arrancada dos acreanos o cochilo dos cariocas do Rio de Janeiro 3 e ao sumiço dos pilotos do Sul 1, que só marcaram três míseros pontos nas últimas quatro corridas.

Agora, vamos falar do incrível, espetacular, sensacional e glorioso time São Paulo 5 que, com muito empenho, esforço, dedicação, perspicácia e, com uma pitada de sorte, ocupam a sétima posição da Segundona!

Ah sim, sétimo de sete equipes.

Mas não pensem que os paulistas estão cochilando. Ah não! Saibam vocês que eles, com muito empenho, esforço, dedicação, perspicácia e, com uma pitada de sorte, duplicaram a quantidade de pontos desde o último panorama!

Ah sim, eles tinham dois pontos. Agora tem quatro.

Por isso, a CBBr conta com o apoio de vocês e entrem nessa torcida


São Paulo 5: rumo aos 50 pontos, eu acredito!



Faltam 7 etapas para o fim da temporada. Será que os paulistas vão conseguir?



EM ALTA: São Paulo 5 - Faltam 46 pontos para a glória!!! Não desistam!!!

EM BAIXA: Sul 1 - Três pontos em quatro corridas é desanimador. Quem sabe não foi apenas um descuido do trio...

OLHO VIVO: São Paulo 2 - O Olho Vivo não vai desistir! Os paulistas vão chegar para brigar no topo da tabela




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Notícias: CBBr 2009.2 - 3ª divisão

Resultados após dez etapas

E passamos da primeira metade da da Copa BATracer Brasil 2009.2. Os favoritos vão se firmando no topo da tabela, as zebras começam a mostrar suas listras esperando o vacilo dos ponteiros para roubar a vaga na Segundona e as Minardi, que não saem do fim do grid, já pensam na temporada do ano que vem.

No último review, vimos São Paulo 4 passear na Terceira Divisão, enquanto Rio de Janeiro 4, Nordeste 1 e Pernambuco 1 brigavam volta a volta para quem iria se firmar na 2ª posição.

E agora? Será que as coisas continuam como antes?

Negativo!

O Olho Vivo da CBBr funcionou pela primeira vez: Nordeste 1 atropelou os paulistas e, desde Milwaukee, lidera a Terceira Divisão. São Paulo 4 perdeu uma posição e agora está na segunda posição. Minas Gerais 2 e Paraná 3 brigam pela terceira posição, enquanto Rio de Janeiro 4 e Permanbuco 1 lutam entre si para ver quem assume a quinta posição e, sozinho na rabeta da temporada, está o time São Paulo 1.



Mas macho, Nordeste está liderando mesmo?

É filho, pode acreditar! O time conduzido por Fabricio Santos arrebentou nas últimas 5 provas, conquistando duas vitórias. Mas como um time na CBBr que deseja subir de divisão precisa pontuar com os três pilotos, eis que os companheiros de Santos resolveram aparecer no campeonato, subindo ao pódio três vezes, todas na segunda posição mais alta (duas vezes com Heitor Ramos e uma com Fernando Cabral)

E o São Paulo 4? Das três divisões, era a equipe mais sossegada na liderança. Entretanto, quando Zanchettinha parou de pontuar, a equipe se perdeu na temporada. Três corridas no zero, somadas com os dois abandonos de Rafael Matheus, fizeram com que a equipe perdesse a liderança, mesmo com Marcus Ribeiro tentando segurar a onda sozinho. E, se depender da turma do "1 chopps e dois pastel", vão brigar pelo título da divisão até a última corrida: em Road America, a galera do Nordeste 1 cochilou e São Paulo 4 descontou vários e preciosos pontos.

Persistindo na briga do 3º lugar, encontramos Minas Gerais 2 do trio Macedo / Lucio / Junior. Com apenas uma vitória e seis pódios, os mineiros não podem marcar bobeira e têm que prestar atenção para defender a posição contra o Paraná 2 do trio Henn / Pontes / Wistuba. Com nove pontos de vantagem, parece que esta briga vai durar até o fim da temporada.

De candidato ao título para mero coadjuvante? Será esse o destino do Rio de Janeiro 4? A equipe com mais vitórias na Terceira Divisão, com três triunfos, encontra-se num modesto sexto e penúltimo lugar, seis pontos atrás de Pernambuco 1. É difícil prever algo para esses dois times, mas o panorama dos dois é semelhante: pontuando somente com dois pilotos ao longo da temporada, será complicado sonhar com objetivos maiores.

E, segurando a lanterna com orgulho e convicção de que não irá largar, está o time São Paulo 1. Com apenas um pódio em dez provas até o momento, com muito esforço os paulistas Matheus Silva, Pedro Leal e Markim TomaZ parece que já estão pensando próxima temporada, pois os três pilotos encontram-se nas últimas 5 posições do campeonato.

Com a virada do Nordeste 1 pra cima do São Paulo 4, o que esperar da Terceira Divisão? Será que virá algum time para desequilibrar essa briga?

Até Loudon!


EM ALTA: Nordeste 1 - O Olho Vivo acertou a primeira! O trio não estava de fuleragem e agora é lider do campeonato.

EM BAIXA: Rio de Janeiro 4 - Para quem pensou em brigar pelo título em Indianapolis, com 4 vitórias na sacola, estar em 6º lugar nessa altura do campeonato...

OLHO VIVO: São Paulo 4 - Vocês acham mesmo que os paulistas vão deixar a liderança ir embora a custo zero?






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