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Review CBBr 2011.1, Primeira Divisão

Olá a todos! Eu sou Hugo Chaves, o seu novo reviewzeiro favorito. Estamos aqui para discorrer a respeito das 3 primeiras etapas da 1ª Divisão da Copa Batracer Brasil 2011.1.
Pra quem caiu aqui de paraquedas, vamos explicar: O carset é Champion Cars v2.0, inspirado na Champcar Series americana, e a lista completa de pilotos inscritos está aqui.


Primeira etapa: Bicentennial Park


E logo no qualify da primeira etapa, a recém-promovida SC1 já mostra pra que veio, com Bruno Sens Chang cravando a pole e Rodrigo Oliveira largando logo atrás.


E na corrida, sol o tempo todo, muitas trocas de posição na pista, 4 batidas de carro e 2 pilotos se acidentando sozinhos, e um final eletrizante, mas não teve pra ninguém e o sino-catarinense usuário de GameShark Sens Chang recebeu a quadriculada na frente fazendo barba, cabelo (pole), bigode (volta mais rápida) e virilha cavada (maior número de voltas na frente), com Victor Faeda (RJ2), e Hugo Chaves (NE1) completando o pódio.



Segunda etapa: Surfer's Paradise


A costa australiana foi sacudida com a pole de Luciano Lacerda (BA1), com Marcus Ribeiro e Rafael Matheus (ambos da SP4) qualificados em segundo e terceiro, respectivamente.


Na largada, 3 colisões devem ter assustado os pilotos, pois não houve mais nenhuma treta entre eles. Pista seca durante todas as 65 voltas, e Victor Faeda volta ao pódio, dessa vez no lugar mais alto, deixando o segundo lugar para Rodrigo Oliveira (SC1) e o terceiro para Luiz Felipe Lira (RJ1). Restou a Heitor Ramos (NE1) o consolo de ter feito a volta mais rápida.


Terceira etapa: Phoenix


No primeiro circuito oval do campeonato, Victor Faeda é o mais rápido e garante o ponto da pole pra RJ2, com Marton Santos em segundo e Luciano Lacerda em terceiro, os dois da BA1.


No pega-pra-capar mesmo, uma corrida quase limpa, tendo apenas um toque com Heitor Ramos e Luiz Guilhemond (RJ2), com o piloto da NE1 levando a pior e saindo da prova. Faltando 23 voltas pro fim, Luciano Lacerda, que estava em terceiro, usou o push-to-pass movido a azeite de dendê da BA1 e papou o companheiro Marton Santos e Victor Faeda da RJ2 de uma vez só, assumindo a liderança até completar a ducentésima volta pra receber a quadriculada. Renan Tricolor fez a volta mais rápida da prova.


E após 3 etapas, a tabela mostrava RJ2 com 79 pontos, SC1 com 70, RJ1 com 58, BA1 com 54, NE1 com 30 e SP4 na lanterna com 21 pontos.

Bom, é isso, pessoal. Em breve volto com o review de mais provas da eletrizante Primeira Divisão da CBBr 2011.1.

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CBBr 2010.2 - Entrevista Fim de Temporada

Povo!

Como post final desta Copa BATracer Brasil 2010.2, após todas as reviews finais da Primeira e da Segunda Divisão, Galeria dos Campeões, Galeria das Melhores Liveries, Organização e Agradecimentos, promovemos para fechar com chave de ouro uma entrevista breve com os mais vitoriosos.

 

Singelas perguntas, orgulhosas e modestas respostas os aguardam!

 

EQUIPE CAMPEÃ DA CBBr 2010.2

RIO DE JANEIRO 2

 

Qual o gosto de ser, por duas vezes consecutivas, a melhor equipe do Brasil no BATracer?

Luiz Guilhemond: Obviamente fico feliz em tomar parte e escrever meu nome em mais um título, mas em especial, fico orgulhosíssimo de fazer parte da equipe a ser batida. Sempre funcionamos de forma impecável, levando o campeonato a sério e ao mesmo tempo nos divertindo.

Victor Faeda: É uma grande honra, trata-se de um campeonato muito disputado e que envolve os melhores jogadores brasileiros do BATracer, portanto estamos naturalmente muito satisfeitos com o bi-campeonato.

Rodrigo Narduzzi: Magnifico, depois de uma temporada disputada como essa, ser campeão de novo é muito gratificante.

Quais foram as maiores dificuldades nesta temporada?

Luiz Guilhemond: Tive alguns problemas de âmbito pessoal que me fizeram perder algumas sessões, ou mesmo eventos, e houve casos em que esqueci de fazer a estratégia pra corrida. Isso acabou prejudicando a equipe em dados momentos.

Victor Faeda: No começo, pareceu que ia ser um campeonato fácil pra nós, pois tivemos alguns ótimos resultados consecutivos e conseguimos dilatar bem a vantagem para a concorrência. Depois baixamos um pouco o ritmo e a Nordeste 1 consegui aproximar-se bastante e levar a disputa até o fim, o que jogou alguma pressão pro nosso lado. Felizmente deu pra segurar.

Rodrigo Narduzzi: A maior dificuldade acho que foi a zica de meio de temporada, quase nos tirou o título. Foram momentos de tensão.

 

Pode fornecer as dicas para se tornar campeão da Copa BATracer Brasil?

Luiz Guilhemond: Ser mate do Faeda! - [gargalhadas] - Brincadeira. Acho que a melhor dica possível é formar uma equipe confiável, se divertir e cooperar com seus companheiros, esquecendo classificação individual e se focando na corrida "da equipe".

Victor Faeda: É preciso ter uma equipe consistente, motivada e determinada. E, claro, um pouco de sorte nunca faz falta.

Rodrigo Narduzzi: Trabalho em equipe! Estamos com o mesmo time desde que estreamos na CBBr, já nos entendemos por sintonia fina, o time trabalha junto, um tira o azar do outro.

 

 

EQUIPES COM ACESSO À PRIMEIRA DIVISÃO

A 1ª Divisão tem a grande dificuldade de que, ou você está por cima, ou está por baixo da carne-seca, isto é, lutando pelo título ou brigando pra fugir do rebaixamento. Qual a sensação de poder se envolver nisto e o que sua equipe promete para a próxima edição da CBBr?

SANTA CATARINA 1: Bruno Sens Chang

Eu espero pelo menos manter o SC1 na primeira divisão, e trabalhar para que o time vá bem, como na primeira edição.

SÃO PAULO 5: Rodrigo Oliveira

O mais interessante e legal da Primeira divisão é isso, a luta, e nossa equipe espera e vai lutar para permanecer na 1ª divisão, se possível brigando com os feras que lá estão.

BAHIA 1: Lucas Ribeiro

É sempre um prazer participar da CBBr, e prometemos nos empenhar bastante na próxima temporada, tanto no campeonato quanto no concurso de Liveries!

 

 

EQUIPE DA MELHOR LIVERY

Finalmente, Halle Marques fez a Livery de sua equipe melhor que fez para outras! A inspiração para a livery vitoriosa e colocar todas as ideias em prática, num programa de edição de imagem, e saber que muitos se agradaram dela depois... qual o custo e qual o benefício disto?

MINAS GERAIS 1: Halle Marques

Eu andei vendo as encomendas que tive para liveries, e as mais pedidas sempre foram liveries retrô reais (que por coincidência, são minhas preferidas), e resolvi faze-la. O grande problema das liveries, é que eu de tanto ficar babando nos trabalhos do Pieczar e de outros monstros, é que eu coloco realismo em excesso. Eu raramente boto logotipos alinhados em 2 partes diferentes do carro, sempre tento imaginar a pintura em 3D ou pego fotos, e jogo no carro. E o carro de Champcar é difícil de fazer algo decente, é um carro muito feio, e sempre tive que arriscar umas coisas toscas nos carros. Aquela coisa muito tradicional de riscos redondos passando por todo o carro, desenhos que se baseiam mais nas cores do que nos traços, essas coisas. Vê o carro de Bahia 1, que tirou algumas notas altas na votação, eles basicamente entraram no Paint, pintaram umas cores bacanas e só, não se importaram em fazer um desenho que fosse real, e o resultado não foi ruim! Só que aí me veio, porque não fazer uma Lotus JPS? Carro simples, bonito, e que encaixa na forma do Reynard. Eu comecei fazendo o carro todo em preto, e o resultado final, lindo. Maravilhoso. Pra um campeonato generic, um real names, um tributo, qualquer coisa, menos um campeonato entre estados. Eu já imaginei o povo falando que a livery tinha nada a ver e gente apelando pra Rosso Corsa com detalhes em branco pra um carro do Rio de Janeiro na outra temporada. Então, só cortei ali em cima uma parte preta e coloquei o branco e vermelho, e finalmente, ganhei o campeonato com um carro do meu time. Posso dizer que foi uma ideia frustrada, que se Jules quiser, nunca mais farei em um campeonato desse jeito, mesmo porque, tenho uma honra a manter agora, mas no final, a livery ficou linda, consegui levar o caneco pro time (eles merecem, ainda mais quando o terceiro membro do time não faz setup nem estratégia e ainda larga em último pra terminar em segundo).

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PRÓXIMA COPA BATRACER BRASIL é a Edição 2011.1, em maio, abrindo inscrições em março!

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CBBr 2010.2: Notícias da Primeira Divisão (Final)

Voltamos pessoal! A CBBr entra na reta final. Vamos aos relatos das 2 provas que decidiram a 1° divisão.

Se a chuva foi escassa no decorrer da competição, na última passagem pelo Canadá ela deu as caras com força total. Um dilúvio  cai do céu de Vancouver. Prova de rua com chuva geralmente não dá boa coisa.

Rodrigo Narduzzi surpreende e papa mais uma pole pra RJ2. O grid é embolado, com carros das equipes que disputam algo espalhados.

A chuva diminuiu levemente ao longo da prova, e quem optou por acertos intermediários ao invés de acertos totalmente pra chuva forte se deu melhor. Fabrício Santos fatura a etapa, mas é o único nordestino a pontuar. RJ2 tem carros em 3° e 10°. SP4 se salva de vez da degola, sacramentando matematicamente o rebaixamento de São Paulo 3, São Paulo 2 e Distrito Federal 1.

 

Antes do começo da prova em Laguna Seca, vamos aos fatos. O que cada time precisa pra ganhar. Só RJ2 e NE1 tem chances de levar o caneco.

RJ1 - 271pts: Não pode mais ser campeã, já que temos 53 pontos em jogo. Pra ficar em 2°, precisa descontar uma diferença de 43 pontos em caso de um de seus carros vencer..

NE1 - 314 pts: Se fizer 1-2-3, RJ2 não pode marcar mais do que 26 pts. Isso significa que...

RJ2 - 358 pts: Se RJ2 marcar 10 pontinhos, será a primeira bi-campeã do certame.

 

Vem o sábado de qualifying. Faeda (RJ2) embolsa mais uma pole, e como de costume, os concorrentes ao título estão misturados na meiuca. Vejamos o grid de largada.

laguna seca grid

O céu está nublado, a chuva pode se apresentar de novo. Começa a prova! E começa movimentada! 4 largadas horríveis de Munhoz (SP2), Matheus (SP4), Ceresa (DF1) e Tricolor (RJ1). Três batidas ao longo da primeira volta, duas delas envolvendo um concorrente ao título. Yuri Lazslo (SP3) e Chaves (NE1) batem, e Yuri leva a pior e fica de fora. Depois Zanchettão (SP2) e Lira (RJ1) se encontram. Lira abandona, e Zanchetta perde rendimento. E por último e mais importante, Tartaglia e Fabricio acabam com a corrida um do outro e sobra acusações pra todo lado. Esse abandono garante o título da equipe Rio de Janeiro 2.

Na volta seguinte, Zanchettinha (SP4), filho de Zanchettão, e Delfino (DF1) também batem: um sai da corrida, o outro segue, mas segue lento.

Lá na frente, Vasconcelos erra no temido saca-rolha e dá adeus à prova. Na volta 5, é a vez de Aguiar escorregar na curva da vitória e ir pra casa mais cedo. A turma do planalto central segue fazendo vítimas e Vovô Ceresa acerta Narduzzi (RJ2) numa tentativa de bote desastrada. Ambos sofrem avarias que tiram rendimento dos carros. A maré de azar segue assolando RJ2 quando, na volta 10, Guilhemond (RJ2), oooooo reviewlista vai embora no Hairpin, trazendo o Safety Car pra pista. A corrida dá uma esfriada, erros isolados aqui e ali, e é fim de papo! Ao fim das 84 voltas, Marcus Ribeiro (SP4) fatura a etapa de Laguna Seca, trazendo Heitor Ramos (NE1). Só 11 carros completam a prova.

A classificação final da CBBr, após todas as 17 provas computadas, ficou assim:

cbbr bloco 4

As equipes rebaixadas, que dão adeus à primeira divisão na CBBr 2011.1, são:

São Paulo 3, São Paulo 2, e Distrito Federal 1.

A grande campeã, mais uma vez é carioca, e mais uma vez é a Rio de Janeiro 2! Formada por Victor Faeda, Rodrigo Narduzzi e Luiz Guilhemond, é a primeira bi-campeã da CBBr. A formação da equipe permanece inalterada, desde que, na CBBr 2009.2, subiram da Segunda para a Primeira Divisão.

Parabéns aos campeões!!!

E é isso, caros leitores. Obrigado pela atenção.

Boas festas e até a próxima edição!

CBBr, para quem quer vencer mais e mais.

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CBBr 2010.2 - Notícias da Primeira Divisão (3)

Dando prosseguimento aos relatos sobre a Primeira Divisão, que tem sido dominada pelos farofeiros de RJ2, vamos ao Canadá, mais especificamente pra Toronto.

Faeda sai da pole, cedendo a vez para Tartaglia, da SP2, que tem uma performance notável, no geral, bem como os conterrâneos da SP4, e o pessoal de DF1. Os postulantes ao título estão dispersos pelo grid. De cara, 2 carros fora, um de SP4 e o outro de DF1, em acidentes diferentes. Um acidente entre um carro de RJ2 e mais um de DF1 também colidem, e o carioca leva a pior. Safety Car na pista, e misteriosamente na volta em que ele recolheria, Chaves e Tricolor encostam com problemas mecânicos.

E numa corrida em que até a chuva quis dar as caras mas chegou atrasada, o eterno Zanchettão, João Zanchetta vence a prova em Toronto. Rumores apontam para uma aposentadoria do paulista ao fim desta temporada da CBBr. A equipe do dia é NE1, tendo seus sobreviventes chegado em 2° e 4°. RJ2 completa com apenas um carro. Mesmo terminando com 2 carros, RJ1 acusa o golpe, e pra piorar, o piloto Renan Tricolor parece estar se ausentando da competição. Criiiiiise na praia!

 

Voltando aos EUA, pro Aeroporto de  Burke Lakefront. Faeda volta à pole, e RJ2 volta aos regulares bons desempenhos classificatórios. RJ1 também vem forte. Mas a prova que se desenhava uma festa carioca acabou em forró. NE1 vence a prova com Hugo Chaves, e põe outro carro em 3°. RJ2 faz 2° e 8°, RJ1 4° e 6°. As brigas pelo campeonato e pelo rebaixamento pegam fogo, com as equipes alternando bons resultados e tropeços.

Seguimos para o oval de Michigan, lar da tradicional US 500, porque Indy de CUrió é pomba-ROLA! E ele de novo, Faeda, o homem que deu origem ao DC "pole sitter king", põe mais uma pole no bolso, trazendo os conterrâneos no top-10. E maaaais uma vez, RJ2 se classifica muito bem e termina na lama. Frank Aguiar, numa temporada conturbada, sai de 16° pra vitória, sendo ele e o reviewlista, em 3°, os únicos cariocas a pontuarem. E olha a galera do sertão reagindo! NE1 vem em ascensão e se a competição parecia um passeio de RJ2, os nordestinos mantêm-se vivos na luta. SP4 vai conseguindo resultados razoáveis e se consolidando na primeira divisão pra próxima temporada. A briga para se manter na elite da CBBr agora é entre SP3, SP2 e DF1. E os brasilienses saem na frente na briga.

 

Chegamos em Meio-raio, Mid-Ohio pros mais íntimos. RJ2 de novo põe 3 carros no top-10, mas a pole vai pra outro carioca: Luiz Felipe "Chefinho" (segundo Fabrício) Lira. E nesse fim de semana o campeonato pegou fogo de vez. Lira mantém a ponta e vence, trazendo seus companheiros em 10° e 12°. Mas mesmo com os resultados recentes, dificilmente chegarão ao título, tão pouco ao vice. O prejuízo de RJ2 é monstruoso. Os atuais campeões não marcam nenhum pontinho, e NE1 continua com resultados sólidos, e a vantagem enorme de RJ2 vai se esvaindo rapidamente.

 

Terminando este bloco de reviews, seguimos pra New Hampshire. Oval, que é a especialidade de RJ2, mas que nessa temporada da CBBr tem sido um problema pra equipe. Faeda e Narduzzi fazem 1-2 pros cariocas no grid. NE1 tem 3 carros no encalço dos cariocas no top-10, e SP2 também tem bom desempenho. Mas como tem sido a tônica nessa CBBr... Lira desbanca os favoritos e vence a prova, os outros dois carros de RJ1 também pontuam. SP2 mostra que o desempenho do qualifying era só pressão. RJ2 enfim volta a aumentar a diferença pra RJ1. DF1 tem um desempenho pífio e começa a correr sérios riscos. Bem como SP3.

A disputa pega fogo! Com 2 provas por vir, a diferença de RJ2 pra NE1 despenca pra 49pts. Ainda é uma vantagem razoável, mas os resultados recentes permitem aos nordestinos sonharem com algo mais nesse campeonato. Quer saber como termina essa história? Quem será o campeão? Quem cai? Quem sobe? Volte em 2 dias para o relato das provas de Vancouver, e da finalíssima na lendária Laguna Seca.

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CLASSIFICAÇÃO PARCIAL

EQUIPE PONTOS
   
Rio de Janeiro 2 341
Nordeste 1 292
Rio de Janeiro 1 257
São Paulo 4 211
São Paulo 2 167
Distrito Federal 1 148
São Paulo 3 144

Azul: Grande Campeão / Vermelho: Rebaixados à 2ª Divisão

Volte, mesmo, hein?

Notícias mais frescas que um certo jogador de futebol, você encontra no Twitter.

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CBBr 2010.2: Notícias da Primeira Divisão (2)

Bem-vindos de volta, estimados leitores. Numa rápida retrospectiva, após a prova em Nazareth, tínhamos RJ2 liderando com alguma vantagem pra RJ1, e NE1 em 3º. Era uma vantagem não tão confortável, visto que ignorando os pontos de bônus, uma equipe ao fazer 1-2-3 embolsa 40 pts. Será que os demais desafiantes chegaram na atual campeã? E a briga do rebaixamento? DF1 e SP3 dividindo irmãmente a lanterna com 45 pts e SP2 com 64.

Começando por um dos templos do automobilismo mundial: Indianápolis. Uma das joias da tríplice-coroa do esporte a motor. Grid misturado, Tartaglia, de SP2 é o pole, estratégia confusa pra lá, erros pra cá, e a corrida foi um desastre pra então líder do campeonato. O pole faturou a prova, DF1 e SP3 deram sinal de vida ao porem ambas os 3 carros entre os 10 melhores, RJ2 não completou com nenhum carro, e Frank Aguiar da RJ1 jogou fora pontos preciosos com um pit-stop na última volta. O campeonato embolou!

Neste momento, RJ2 estacionou nos 124 pts, contra 103 de RJ1 e 97 de NE1. Na outra ponta da tabela, SP2 passa pra 85 pts, DF1 pra 72, e SP3 agarra com força e determinação a lanterna com 64pts.

 

Próxima escala, Milwaukee! Mais um oval, e RJ2 tem outro bom desempenho no qualifying marcando pole, 6° e 7°. A corrida é movimentadíssima. Logo na primeira volta, a turma do Plano Piloto apronta novamente, e pra cima de RJ1. Wernay e Aguiar se acertam, e o carioca está fora.

10 voltas atrás do Safety Car e a corrida reinicia. Depois da bandeira quadriculada, RJ2 reverte o mal fim de semana de Indy, fazendo o melhor resultado da temporada até então: 1°, 2° e 4°. RJ1 por sua vez tem o pior resultado até então, fechando a prova no 0, com um só carro completando.

 

Belle Isle, Detroit. A CART de volta às ruas. Mais uma pole de Faeda pra RJ2. SP4 também tem bom desempenho na classificação. Largada, e os conterrâneos de Renato Russo continuam a coleção de pancões na 1° volta. Ceresa acerta Yuri Laszlo, da SP3, e vai pro chuveiro. No apagar das luzes, Fabrício Santo leva a corrida, mas RJ2 tem outro desempenho estonteante com os 3 carros no top-5. A briga pra escapar do rebaixamento se intensifica, ao passo que RJ2 foge dos concorrentes pelo título.

 

A próxima escala é Portland. Enfim um circuito "de verdade". E 3 cariocas nas 3 primeiras posições de largada. Tricolor é o pole, RJ2 o segue com 2 carros. SP2 desperta com um atuação consistente. Faeda fatura mais uma, RJ2 faz uma prova consistente. SP 4 galga parâmetros ao marcar pontos com os 3 carros. RJ1 vai ficando pra trás ao pontuar só com um carro, e com isso NE1 assume a condição de principal desafiante aos atuais campeões, mas os cariocas estão impossíveis, emendando uma sequência de ótimos resultados. O rebaixamento continua uma briga de foice. SP4 tem leve vantagem sobre os conterrâneos e DF1, a lanterna.

Direto para Elkhart Lake. Road America! Uma das pistas mais desafiadoras do campeonato. Corrida normalmente movimentada. Santos, da NE1 faz a pole, seguido de perto pelos cariocas Tricolor e Faeda. NE1 que mandou bem no grid de largada com seus outros 2 carros em 5° e 8°. SP4 tem outro lampejo de velocidade e tem 2 carros dentre os 10, em 5° e 6°. Numa prova em que curiosamente houveram poucos acidentes - a tônica do campeonato tem sido  o oposto - muitas ultrapassagens e problemas mecânicos depois, Fabrício Santos mantém a ponta, seguido dos mesmo Faeda e Tricolor, em ordem inversa à do grid.

O dia foi da NE1, mas RJ2, a atual líder, não teve um domingo ruim, e com isso a vantagem monstruosa dos cariocas, obtida com 3 resultados excelentes seguidos, segue grande. Mas se a luta pelo campeonato está bastante folgada para uma equipe, a disputa pelo rebaixamento é cada vez mais uma briga de foice cega no escuro. Apenas 20 pontos separam SP4, 4° colocada no campeonato, da lanterna SP2. SP3 que vinha muito mal na competição se recuperou, e persegue os conterrâneos de SP4 pra tentar fugir da degola.

 

Será que o bom resultado obtido em Road America vai embalar a turma do Forró e do jerimum? Será que RJ2 sustentará a vantagem conquistada? E quem dará adeus pra primeira divisão? Continue acompanhando a CBBr! Até a próxima!

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CBBr 2010.2: Notícias da Primeira Divisão

Olá caros seguidores! Permitam-me apresentar. Luiz Guilhemond é quem vos fala, membro orgulhoso da equipe RJ2 da primeira divisão da já tradicional Copa Batracer Brasil. Nesta temporada, serei o responsável por passar a vocês, leitores do blog, o que de mais importante (ou nem tanto) acontece na primeira divisão da bagaça.

Seguimos direto ao Bicentennial Park em Miami para a abertura da temporada. Atuação imponente da equipe RJ1, que pôs seus 3 carros no top-10 pra largada. O mesmo não se pode dizer da co-irmã RJ2, que teve um carro saindo em 5° e as outras duas de 15° pra baixo. Outra boa performance na classificação foi a de SP4, que assim como RJ2 põe os 3 carros pra largar entre os 10 melhores. SP3 por sua vez foi a equipe com pior média de largada da etapa, com os carros em 16°-18°.

Largada! A temporada começa com um controverso acidente entre RJ2 e DF1 que resultaria numa rixa que vocês vão entender mais a frente, resultando em 1 baixa pra cada equipe já na 1° volta. A prova foi tranquila... pra não dizer morna. Ultrapassagens aqui e ali, estratégias semelhantes. E quem levou a melhor?

Sim, eles novamente! RJ1, campeã da CBBr 2009.2 sai de Miami com um 1-2. Renan Tricolor faz uma prova consistente e vence. SP4 também mostra força e mantém os 3 carros no top-10 após a bandeirada. Os atuais campeões, RJ2, conseguem um 4° e 6° e começam razoavelmente bem.

EM ASCENSÃO: RJ1> Começo forte de temporada pros cariocas, que já tem um título na bagagem, e concorreram até o fim na CBBR 2010.1
EM DECLÍNIO: NE1> A equipe que subiu da segunda divisão ano passado fez um começo de temporada deplorável, marcando um mísero pontinho. Mas é só o começo da temporada.

 

Dos EUA pra Austrália. Surfers Paradise. Pista travada e tradicional. Como diz a Bíblia, "os humilhados serão exaltados". DF1 faz a pole, mais 3° e 6° no grid. As equipes cariocas tem atuação modesta. NE1 também tem uma melhora significativa.

A largada mais tumultuada da história da CBBr! Foram 7 acidentes na 1° volta. O saldo do quebra-pau foi ruim pra RJ2 e SP3, que perdem 1 carro cada. E pior pra SP2; a equipe que não terminou lá tão bem a 1° etapa perde de cara 2 carros. Acusações veladas por parte de alguns pilotos contra DF1, que viu 2 de seus carros envolvidos em colisões que tiraram rivais da pista. "Eles não deviam nem estar na 1° divisão! Subiram no tapetão! Na minha gestão não era assim!" disse Aguiar, piloto da RJ1. Criiiiise na CBBr!

O Safety Car guia o comboio durante a limpeza da pista. Seriam 3 intervenções ao total durante a prova. Uma corrida agitada pros padrões de Surfers. Com a prova valendo um número razoável de ultrapassagens.

E no fim das contas, brilha a estrela dos campeões. Em meio ao tumulto, RJ2 leva a etapa com Faeda vencendo a prova. A grande vencedora do dia é NE1, que se recupera do mal fim de semana em Miami, saindo da Austrália com 35 pontos no bolso e se posiciona bem na briga pelo campeonato.

EM ASCENSÃO: NE1> Após uma performance pífia na prova anterior, os nordestinos se recuperam e já se mostram como candidatos ao título.
EM DECLÍNIO: SP2> Ainda que Tartaglia tenha salvo 6 pontos hoje, a equipe é a lanterna da competição.

 

Phoenix, Arizona. O primeiro oval da temporada. RJ2 mostra a tradicional força nos ovais e faz 1-2-3 no grid. NE1 põe 2 carros logo depois dos cariocas, mantendo a boa fase. RJ1 tem 2 carros no top-10 e promete, assim como a polêmica DF1.

RJ2 comete um erro de estratégia em um dos carros, que com pneus macios viria a sofrer durante toda a prova. NE1 vem crescendo na corrida, assim como RJ1. SP2, que tinha ido muito mal na classificação, galga parâmetros e tenta melhorar. E mais uma vez um carioca se envolve num incidente com um rival. Ramos e Tricolor se estranham mas é o piloto de NE1 quem leva a pior, danificando o carro e perdendo rendimento. NE1 traria problemas pra outra equipe carioca, já que Hugo Chaves, numa manobra desastrada, sai da prova e leva Faeda a fazer um pit-stop extra na briga pela liderança. Por sorte o SC intervêm e o prejuízo diminui pra RJ2.

No apagar das luzes, o orgulhoso baiano Fabrício Santos vence a prova. NE1 tem uma performance mediana. RJ2 marca pontos com todos os carros, ainda que Luiz Guilhemond tenha terminado a prova em 3°, mas tendo marcado a volta mais rápida. O calvário de DF1 continua, e é melhor o povo do planalto central abrir o olho, pois já estão na zona de rebaixamento.

EM ASCENSÃO: RJ2> Os atuais campeões assumem a ponta do campeonato. E ainda que as rivais estejam perto, eles saem confiantes de Phoenix com Rodrigo Narduzzi, o único piloto da equipe que faltava pontuar, terminando em 2°, quase vencendo.
EM DECLÍNIO: DF1> 2 maus resultados seguidos e a equipe já está na zona de rebaixamento.

 

Direto para Long Beach! Uma das pistas de rua mais tradicionais do Mundo. Temos outra boa performance de RJ2 na quallify, fazendo pole, 6° e 8°. A corrida começa bem movimentada pros padrões de pista de rua.

Bastaram 5 voltas para RJ2 perder um carro. RJ1 também tem problemas, sempre com ele, Frank Aguiar. A corrida segue disputada. Na ponta, Faeda e Fabrício Santos disputam a ponta. Felipe Matheus (SP3) e Munhoz (SP2) erram, danificam os carros em pontos distintos da pista e vão aos boxes tentar recolher os cacos. E mais uma vez eles... No caminho aos boxes, Munhoz (SP2) é interpelado por Wernay (DF1). Mais um acidente controverso, mais reclamações.

E a fase da SP3 é péssima, já que uma volta depois eles perdem o carro com home race. E Munhoz foi mesmo "pego pra Cristo" pela turma do Planalto Central. Desta vez o carrasco é Vasconcelos, na volta 32.

No apagar das luzes, a vitória fica com Matheus Wernay, seguido dos dois carros remanescentes de RJ2, que aumenta sua vantagem. São Paulo 2 dá sinal de vida e DF1  e RJ1 marcam pontos importantes.

EM ASCENSÃO: RJ2> Tá difícil superar os cariocas. Faeda está em fase iluminada e compensa os erros dos companheiros.
EM DECLÍNIO: DF1> Acidentes recorrentes tem atraído reclamações e afastado os pontos da equipe. Estão correndo sério risco de rebaixamento.

 

Vamos agora pra Nazareth!

nazareth

Não esse Nazareth... o oval na Pensilvânia. RJ2 tem outra boa performance de largada, sendo este seu ponto forte da equipe, além de Faeda que vem carregando o time nas costas. DF1 também tem uma performance razoável na largada. Numa distração, Guilhemond, da RJ2 opta pelos pneus macios e já está fora da briga. A primeira equipe a perder um carro é DF1, na volta 13. Vasconcelos erra sozinho e abandona enquanto era líder. Como a corrida foi muito chata pros padrões de um oval curto, então vamos aos finalmentes. Yuri Laszlo Broglio vence e  traz Leandro Boutsen em 3°, dando fôlego extra pra SP3 no certame. Faeda consegue um 2° e salva o dia da RJ2. RJ1 foi a melhor equipe do dia.

EM ASCENSÃO: SP3> Com o bom resultado, a equipe do 1 chopps 2 pastel respira um pouco, mas ainda precisa remar pra afastar o fantasma do rebaixamento.
EM DECLÍNIO: DF1> Após se recuperarem em Long Beach, outra prova desastrosa agrava a situação dos controversos participantes.

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CLASSIFICAÇÃO

EQUIPE PONTOS
   
Rio de Janeiro 2 124
Rio de Janeiro 1 92
Nordeste 1 80
São Paulo 4 71
São Paulo 2 64
São Paulo 3 45
Distrito Federal 1 45

 

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Notícias CBBr 2010.1 – 1ª Divisão

A capacidade de vencer uma Liga no BATracer!

Povo, para entender melhor o texto abaixo, da divulgação dos resultados finais da Casta mais alta da Copa BATracer Brasil 2010.1, melhor conferir como foi o campeonato até momentos antes do final… clicando aqui.

Campeonato de Pilotos

Vencendo a penúltima etapa, João Zanchetta ficou com quatro dedos na taça. Nem sua derrocada batida e consequente abandono na última prova o fez largar o título. Parabéns ao Sr. Fanfarrão do BWL, campeão de pilotos, e que contrinui muito no São Paulo 2!

A Briga do Rebaixamento

Os 2 pódios, um deles com vitória, nessas 2 etapas finais, não foram suficientes para o time do Distrito Federal 1 sair da incômoda antepenúltima posição.

Bruno Sens Chang e demais companheiros do Santa Catarina 1 nem conseguiram se esforçar e finalizaram na penúltima posição.

Paraná 2, como já dito em post anterior, estava rebaixada.

Essas 3 equipes são as novas integrantes da 2ª Divisão da CBBr na próxima edição.

O Título Máximo!

Com posições de largada melhores que os adversários na penúltima etapa, Rio de Janeiro 1 projetava-se muito bem para o bicampeonato. Mas, o resultado final foi excelente para o irmão “2”. São Paulo 3 não conseguiu pontuar, numa decadência descomunal na Copa.

A última corrida tinha como favorita ao título a equipe Rio de Janeiro 2. São Paulo 3 precisaria suar um cado para ficar com o título que muitos já davam como certo no meio da Liga. Rio de Janeiro 1 precisava de uma bela combinação de resultados para ser bicampeã.

O grid de largada para Laguna Seca, última corrida, foi generosa na emoção, deixando próximos os 6 pilotos que duelariam pela Taça! Numa prova marcada por muitos acidentes e abandonos, praticamente 40% não terminando a corrida, Ganecci arrancou um pódio, porém, seus dois colegas de equipe não chegaram ao fim. A equipe do Rio de Janeiro 2 também lamentou o abandono de Faeda… contudo, Narduzzi e Guilhemond se posicionaram com competência em 5º e 6º lugar após saberem do abandono de Delfino a 30 voltas do fim. Foi uma virada de mesa espetacular!!!

CBBr 2010.1 - Resultado Final 1a. Divisão

PARABÉNS À EQUIPE RIO DE JANEIRO 2 (Guilhemond, Narduzzi, Faeda)!!!

GRANDE CAMPEÃ DA COPA BATRACER BRASIL 2010.1!!!

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Notícias: CBBr 2010.1 - 1ª Divisão

Senhoras e senhores.

Um momento de vossa atenção para mostrar como está a disputa da Primeira Divisão da CBBr 2010.1... e a coisa é mais ou menos assim...

AS CINCO ETAPAS INICIAIS: A SUPERIORIDADE DO SP3

Foi uma belíssima arrancada da equipe do São Paulo 3, apesar dos três abandonos do integrante Yuri Laszlo. Simplesmente quatro pódios, dos quais três vieram de vitórias. O trânsito da capital ensinou Ganecci, Yuri e o novo contratado Delfino a atropelarem a concorrência.

Enquanto isso, mais atrás, ambos os times fluminenses estavam numa regularidade absurda! Rio de Janeiro 2 e o 1 parecem estar decididamente jogando em seis!!! São Paulo 2, o primo pobre desse estado brasileiro, começou mal e passou a se recuperar nas etapas 4 e 5 (de 17) da temporada.

Foi só o comecinho de uma promessa de ataque fulminante pra cima do SP3.

ATÉ A ETAPA 10: JOÃO ZANCHETTA SURGE NA SITUAÇÃO

São Paulo 3 não parou de conseguir seus excelentes resultados frente às muitas falhas dos adversários. Eles acertaram a mão bonito e a tabela ganhou ares de “passeio” ou “desfile” do carro paulista de número 3. Enquanto isso, o piloto paulista da equipe 2, João Zanchetta, começou uma bela sequência de pódios e vitórias, deixando seu time em melhores lençóis, inclusive para brigar pelo vice-campeonato.

Rio de Janeiro 1 e o time 2 desse mesmo estado continuaram regulares. Seu incômodo passou a ser o São Paulo 2, como já mencionado. Essa briga dos três deixou o time do São Paulo 3 ainda mais à vontade na liderança do campeonato. Agora, verdade seja dita, não está tão simples interromper os bons resultados da trupe Deco-Yuri-Luiz.

Um cadinho mais atrás, Santa Catarina 1 e Distrito Federal 1 ganharam suas corridas e seus preciosos pontos, que não os fizeram sair da zona de rebaixamento (3 times são rebaixados), mas, que os deixaram bem próximos das equipes fluminenses e da paulista de número 2. Ou seja, o que viesse pelas próximas provas, até o então 2º colocado poderia cair para a área negra do rebaixamento.

O time do Paraná 2 está com a marcha lenta. Nem é digno de comentário maior o fraco desempenho dessa equipe.

QUINZE ETAPAS COMPLETADAS: A EMOÇÃO NA DISPUTA DO TÍTULO APARECEU!

A situação do São Paulo 3 se complica! Ambos os times do Rio de Janeiro encostaram. Aliás, os dois times fluminenses estão empatados neste momento! Reles 18 pontos devem ser tirados (por um ou por outro) para ganhar o título, lembrando que o Rio de Janeiro 1 busca o bicampeonato. Esse atraso de vida para o time paulista de número 3 veio com a série de abandonos de seus pilotos somado à dobradinha em New Hampshire da esquadra azul-forte/branca.

A equipe do São Paulo 2 aliviou o pé e não tem mais mantido seu desempenho arrebatador do miolo da temporada. Quem se aproveitou foram os times do Distrito Federal 1 e Santa Catarina 1, que ainda sonham em escapar do rebaixamento, embora, seja uma coisa muito, mas, muito complicada. Só uma bela combinação de resultados as salva e, com as brigas constantes dos ponteiros pelos pódios, é de se escrever que, em teoria, já se tem as três equipes rebaixadas.

A que está com as quatro rodas na 2ª Divisão é o time 3º colocado da última edição, o Paraná 2. Nada mais resolve o problema dele. Por isso, é com muito pesar que dizemos que o Paraná 2, guiado por Kolachinski, Tassi e Cechin não estará na 1ª Divisão da CBBr em novembro [toca aquela musiquinha fúnebre agora...].

O GRÁFICO: A EVOLUÇÃO DAS EQUIPES

CBB_2010.1_primeira_divisao

O QUE SERÁ?

Faltam apenas duas corridas para o final da Copa BATracer Brasil 2010.1! Façam suas apostas para o campeão e o vice! Pois, aqui, é o lugar “Onde os fracos não têm vez”!

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Notícias: CBBr 2009.2 - 1ª Divisão

Em final emocionante, Rio de Janeiro 1 conquista título da CBBr 2009.2

Imaginem a seguinte situação: três equipes brigando pelo título e duas brigando para fugir da última vaga do rebaixamento. Agora, coloquem como cenário Laguna Seca, a última corrida da temporada. Incremente mais, com uma corrida com vários abandonos decisivos, um safety car que pegou todo mundo com as calças na mão e um erro de um piloto (que não tinha nada a ver com o rebaixamento), mudando toda a tabela.

Na disputa pelo título, Rio de Janeiro 1 e Paraná 2 separados apenas por míseros três pontos. Santa Catarina 1 corre por fora, mas com boas chances de levar o caneco

Fugindo da degola, desesperadamente, São Paulo 3, precisando descontar incríveis 43 pontos em cima da equipe Espírito Santo 1.

E então: como foi a última etapa da Primeira Divisão?


Cada ponto em Laguna Seca valia como ouro para estas cinco equipes. E, no primeiro round no circuito californiano, Rio de Janeiro 1 conquistou a pole position com Renan Tricolor. Assim, a equipe carioca abriu uma enooooorme vantagem de... 4 pontos para Paraná 2. Uau.




Situação nada cômoda para os paulistas, não acham? Com a turma capixaba largando lá na frente, teriam que remar muito e, de acordo com o último panorama, São Paulo 3 terá que fazer 1-2 obrigatoriamente se quiser sair da degola. Qualquer outro resultado, mesmo com a vitória, não garantiria a permanência na Primeira Divisão. E, com um piloto largando em 19º e outro saindo da última posição, São Paulo 3 teria realmente uma missão impossível a cumprir.

No topo da tabela, quem agradecia era Rio de Janeiro e Santa Catarina. Por que? Localizem a turma do Paraná 2. Melhor posição no grid é um 11º lugar. Mas, quando a diferença está em apenas 4 pontos, tudo pode acontecer.

Green Flag, green flag!
Nas primeiras 16 voltas, até a primeira janela de pitstops, quem se destaca são os pilotos das equipes já rebaixadas, Minas Gerais 1 e Paraná 1, roubando preciosos pontos de Santa Catarina 1, Paraná 2 e São Paulo 3, que se misturavam no meio do grid. Quem agradecia era Rio de Janeiro 1, que abria 23 pontos em cima de Paraná 2 e Espírito Santo 1, que selava sua permanência na divisão de elite, abrindo espantosos 57 pontos em cima de São Paulo 3. Quem também vinha muito bem era a equipe de Santa Catarina, reduzindo ainda mais a vantagem que os paranaenses tinham até o ínicio da prova




Na volta seguinte, a janela de pits é aberta. Nitidamente, os pilotos que não tiveram uma boa classificação e que precisavam desesperadamente de um bom resultado foram os primeiros a entrar no pit. E logo a equipe Paraná 2 se apressou, com uma parada dupla de Cechin e Tassi, seguidos pelo 3º piloto da equipe (Kolachinski) e dois pilotos da equipe São Paulo 3 (Laszlo e Boutsen).

Após o fim da primeira janela de pits, um baque enorme para Paraná 2: o carro de Cechin deixa o piloto a pé. Agora, a equipe paranaense contava apenas com dois pilotos e, como Rio de Janeiro 1 tinha dois dos seus três pilotos no TOP 3, as chances do título se tornaram menores. Já Espírito Santo 1 deu uma bobeada (não confundir com bambiada) e perdeu boas posições para Paraná 1, líder do fundão nesta divisão, dando um fio de esperança aos paulistas.




Quando a prova se encaminhava para a segunda metade, eis que o piloto que ocupava a 18ª posição na classificação geral, que ocupava a última posição na corrida, mudou todo o destino destas cinco equipes. Seu nome: Halle Marques, piloto de Minas Gerais 1. Com seu abandono devido a problemas no carro, na volta 37, o Safety Car entrou em ação e muita gente antecipou a segunda janela de pitstops. Novamente, quem precisava de resultado arriscou esta antecipação. Obviamente, todo trio de São Paulo 3 e os dois pilotos do Parana 2 foram aos pits.

O destino seria cruel, muito cruel, para uma das equipes que não fez seu pitstop nesta hora.

Green Flag, green flag!

Grid totalmente misturado. Faltando 11 voltas para o início da segunda janela de pitstops, seria praticamente impossível os líderes manterem suas posições, já que a galera que, sabiamente, optou por parar durante a bandeira amarela, tinha rendimento melhor. Rio de Janeiro 1 e Espírito Santo 1 iriam sofrer as consequências.

Volta 48, onze voltas após o reinício da prova, Espírito Santo 1 amargurava o fim do grid, assim como Rio de Janeiro 1, pagando o preço por fazer seus pitstops em bandeira verde. Mas o que é ruim, pode ficar pior: Filipovisky, até então o melhor piloto capixaba em Laguna Seca, errou na estratégia parando em bandeira verde e também errou feio na pista, abandonando a prova. Nessa nova configuração, quem parou na bandeira amarela se deu bem, muito bem, obrigado! Uma reviravolta geral na classificação, onde o título muda de dono pela primeira vez e as chances de São Paulo 3 sair da degola agora são reais.




Mas ainda faltava gente para fazer seu pitstop, principalmente a galera já rebaixada e que fazia uma corrida para lavar a alma. Após 56 voltas, no fim da segunda janela de pitstops, Paraná 2 sofre outro golpe duríssimo: Tassi abandona após acidente. Agora, a equipe paranaense conta apenas com Kolachinski que, mesmo sozinho, ainda conseguia manter a diferença de 4 pontos. Já na parte de baixo da tabela, os capixabas não se encontravam na pista e, sem somar pontos, a diferença que era de 41 pontos no início da corrida agora era de... 1 PONTO!

Sim! Faltando 28 voltas para o final, São Paulo 3 aplicava uma reação fantástica e, Yuri Laszlo, que largou em último, assume a liderança da prova.

O final desta prova encaminhava-se para ser mais do que emocionante.




Volta 63, 21 para o final. Última janela de pitstops e, novamente, Rio de Janeiro inicia os trabalhos. Duas voltas depois, é a vez do único piloto do Paraná 2 fazer seu pitstop, mantendo a segunda posição e trazendo novamente o caneco para a equipe. Mas, uma volta depois, o que era impossível, aconteceu: Kolachinski erra e abandona a prova. Tristeza total nos boxes da equipe, pois até então o trio não saiu zerado em nenhuma das etapas anteiores. Este abandono esquentou os ânimos de Santa Catarina 1, que poderia ultrapassar os paranaenses e, quem sabe com um pouco de sorte, os cariocas e faturar o título. Para os cariocas, era só trazer as "crianças para casa" e comemorar o título. E o que dizer da turma da degola? Boutsen, que largou em 19º, ocupava agora a segunda posição faltando 14 voltas para o fim e, assim como o líder Laszlo, já tinha realizado a troca de pneus. Era a dobradinha que a equipe tanto almejava e, como os capixabas ainda não estavam na zona de pontuação, a permanência na divisão de elite estava a dois pontos.




As próximas 17 voltas são marcadas por poucas trocas de posições. Após Flávio Seno, o argentino refugiado em Minas Gerais (ou será o mineiro que por um acaso nasceu na Argentina?) fechar a terceira janela de pits, todos os três pilotos de Santa Catarina conquistam uma posição cada e, com uma tacada só, assumindo a segunda posição na classificação geral e rebaixando São Paulo 3.

Mas, novamente, o impossível aconteceu: na penúltima volta, Luiz Felipe Lira erra e perde quatro posiçõs. Uma delas pra Ganecci, que empataria a disputa pelo rebaixamento, mas ainda com vantagem para os capixabas. Mas... mas... maaaaaaas...

Na mesma volta, Ganecci ultrapassa Zoro. Uma virada sensacional. Quarenta e um pontos descontados numa única corrida. Isso que é missão impossível.

Com as posições mantidas na última volta, enquanto a turma de São Paulo 3 comemorava no pódio a permanência na Primeira Divisão, a galera do Rio de Janeiro 1 fazia sua festa nos boxes, festejando o título na primeira temporada da Copa BATracer Brasil.

Entre os pilotos, o campeonato ficou com Bruno Sens Chang, piloto da equipe Santa Catarina 1.

Com a definição do campeão da Primeira Divisão, estamos encerrando a Copa BATracer Brasil 2009.2

Esperamos que todos vocês, seja participantes de outras divisões e leitores deste blog, tenham gostado deste primeiro campeonato nacional do game que cada vez mais conquista mais adeptos, não só aqui em terras tupiniquins quanto no resto do mundo.

Mas não pensem que ainda é o fim. Quem será que ganhou o concurso de melhor livery?

Cenas do próximo capítulo.

Até lá!






CBBr 2009.2 - PRIMEIRA DIVISÃO - ESTATÍSTICAS

Vitórias consecutivas: 2 (Luiz Felipe Lira: Miami, Austrália / Bruno Sens Chang: Loudon, Vancouver)
Vitórias em Home Race: 4 (Ismael Raitz: Toronto / Carlos Tassi: Cleveland / Joaquim Barreto: Mid-Ohio / Yuri Laszlo: Laguna Seca)
Poles consecutivas: 0
Poles em Home Race: 3 (Ismael Raitz: Toronto / Carlos Tassi: Cleveland / Joaquim Barreto: Mid-Ohio)
Maior sequência de abandonos: 3 corridas (Danilo Cechin Paraná 2 e Yuri Laszlo São Paulo 3)
Maior sequência sem pontuar: 10 corridas (Filipovisky de La Fuente, Espírito Santo 1)

Maior número de vitórias: Rio de Janeiro 1 - 5 vitórias
Maior número de pódiuns: Rio de Janeiro 1, São Paulo 3 e Espírito Santo 1 - 10 pódiuns
Maior número de pole positions: Santa Catarina 1 - 8 poles
Maior quantidade de voltas mais rápidas: Rio de Janeiro 1 e São Paulo 3 - 4 vezes

Maior pontuação em uma etapa: Santa Catarina 1 - 45/53 pontos (Long Beach)
Menor pontuação em uma etapa: Espírito Santo 1, Santa Catarina 1 e Paraná 2 - 0 ponto (ES1 em Nazareth e Laguna Seca, SC1 em Indianápolis, PR2 em Laguna Seca)

Melhor média de largada: Santa Catarina 1 - média 8,3
Pior média de largada: São Paulo 3 - média 14,1

Maior quantidade de voltas lideradas: Santa Catarina 1 - 598
Menor quantidade de voltas lideradas: Paraná 1 - 179

Maior número de ultrapassagens: Paraná 2 - 457
Menor número de ultrapassagens: Paraná 1 - 266

Maior registro de abandonos: São Paulo 3 - 15
Menor registro de abandonos: Minas Gerais 1 - 8

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Notícias: CBBr 2009.2 - 1ª Divisão

Duas equipes, dois pontos

Rio de Janeiro 1, que liderou por quase toda temporada, fraquejou no final e Paraná 2 encostou, trazendo emoção para a última etapa da Copa BATracer Brasil. Enquanto Santa Catarina 1 corre por fora para conquistar o título, Espírito Santo 1 e São Paulo 3 tem outra briga à parte: para quem sai do rebaixamento.

Por isso, este último panorama antes da definição da temporada é dedicado a você, que está com a calculadora na mão (aquela bem chata, que todo botão que aperta, sai um barulhinho agudo e perturbador), totalmente desesperado, querendo saber se seu time vai mesmo garantir o título ou se vai ter que ralar ano que vem para voltar a Primeira Divisão.






O TITULO

Três equipes ainda brigam pelo título: Rio de Janeiro 1, Paraná 2, Santa Catarina 1

Rio de Janeiro 1 e Paraná 2

Aqui a briga é mais do que direta: apenas dois pontinhos separam os melhores times da CBBr 2009.2, com vantagem para a galera da Cidade Maravilhosa. Nessas condições, os pontos extras serão importantíssimos e, sem sombra de dúvidas, todos os três pilotos do time estão mais do que obrigados a pontuarem na última prova. Vai ser no detalhe!

Em caso de empate, Rio de Janeiro 1 leva vantagem pelo número de vitórias


Santa Catarina 1

A situação dos catarinenses é complicada, mas ainda dependem apenas de si para conquistarem o título nesta primeira temporada.

• Se conseguirem a Missão Impossível + 2 pontos extras, são campeões sem depender dos resultados dos adversários
• Se "só" conseguirem a Missão Impossível, terão que torcer para o Rio de Janeiro 1 não somar mais do que 28 pontos (4º, 5º e 7º, por exemplo) e Paraná 2 somar mais que 30 pontos (4º, 5º e 6º, por exemplo)
• Em caso de empate com os paranaenses, Santa Catarina leva o título. Já em caso de empate com os cariocas, ficam com o vice.


O REBAIXAMENTO

A briga nesta última etapa é para fugir da 3ª vaga, já que Minas Gerais 1 e Paraná 1 caribaram sua participação na Segundona na etapa anterior. Os candidatos são Espírito Santo 1 e São Paulo 3.

A ampla vantagem do time capixaba é notória: 41 pontos. Ou seja, os paulistas precisam obrigatoriamente da vitória nesta última etapa. Mais do que isso: precisam de 2 dos 3 pilotos no pódio. Além disso, terão que torcer para o Espírito Santo 1 não marcar mais do que 8 pontos


OLHO VIVO APOSTA NELES!!
Título: Paraná 2
Rebaixamento: São Paulo 3


* Atualizado às 13:30
Faltando 30min para a decisão, Rio de Janeiro 1 marca a pole na última etapa. Haja emoção!


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Notícias: CBBr 2009.2 - 1ª divisão

Resultados após dez etapas


E como está a divisão de elite da CBBr? Para quem lembra, tínhamos quatro equipes separadas por apenas 21 pontos. E agora? Como estão as coisas por lá?

Ao contrário das outras duas divisões, o líder da 1ª Divisão continua o mesmo. O Rio de Janeiro 1, composto pelo trio Frank Aguiar, Luiz Felipe Lira e Renan Tricolor ainda segue na liderança. Mas não pensem que os cariocas estão tranquilos na liderança: a coisa esquentou para eles. Agora, a situação está mais do que equilibrada e, a cada corrida, sempre surgem novas supresas. Não tão na cola quanto no panorama anterior, o time Paraná 2 (Carlos Tassi, Sergio Kolachinski e Danilo Cechin) ocupa a 2ª posição, seguido por Santa Catarina 1 (Bruno Sens Chang, Carlos Zoro, Ismael Raitz), São Paulo 3 (Rafael Ganecci, Yuri Laszlo e Leandro Boutsen) e pelo time azul/rosa calcinha do Espírito Santo 1 (Filipoviski De La Fuente, Roberto Kuster e Joaquim Barreto)

Fechando a tabela da Primeira Divisão, mas não tão distante dos demais, encontram-se os times Paraná 1 (Diego Leds, João Felipe e Thiago Marinello) e Minas Gerais 1 (Halle Marques, Lucas Oliveira e Flavio Seno)



Como já dissemos, o trio do Rio de Janeiro 1 foi o único a sustentar a liderança desde o último panorama. Nada disso for por um acaso: uma série de fatores mantiveram o Rio de Janeiro 1 na ponta da tabela. Vamos a eles:

• Indianapolis: enquanto Renan Tricolor bebia sua garrafinha de leite, os pilotos de Paraná 2 e São Paulo 3 marcaram poucos pontos. Santa Catarina, por incrível que pareça, saiu zerado.

• Milwaukee: quando tudo parecia perdido para os cariocas, com os demais concorrentes pontuando muito bem nesta etapa, Frank Aguiar arrancava um pódio milagroso. Poderia ser pior, o crescimento de produção das equipes que estão ameaçadas de rebaixamento contribuiu para o equilíbro do campeonato.

• Portland: era a etapa perfeita para Santa Catarina, que saiu da lanterna no início da temporada, liderar pela primeira vez a CBBr. Há quem diga que era a chance do Paraná 2 retomar a liderança perdida em Long Beach. O que ninguém contava era com o time que abdicou do azul/rosa calcinha e correu atrás de patrocínio forte para fugir do rebaixamento. Espírito Santo 1 aplicou uma dobradinha fantástica, equilibrando ainda mais a temporada.

• Elkhart Lake (ou Road America, fica a gosto do freguês): depois de tantos sustos, a galera do RJ não marcou bobeira e tratou de ocupar os dois lugares mais altos do pódio, com Lira e Aguiar, marcando o quarto 1-2 nesta temporada (além deste e de Kuster e Barreto mencionados acima, os outros dois foram de Cechin-Kolachinski em Phoenix e Raitz-Zoro em Long Beach). O mais prejudicado nesta etapa foi Santa Catarina 1 que, novamente, marcou poucos pontos e, sendo assim, Paraná 2 assumiu a segunda posição.

E na briga para quem foge da degola? Difícil de prever quem serão os três times rebaixados. Numa temporada de altos e baixos de todos os times até então, quem marca menos pontos corre com sob pressão na próxima etapa. Que diga São Paulo 3! Será que o Olho Vivo na verdade é Olho Gordo? Prevendo uma ascenção dos paulistas, a galera do "1 chopps e 2 pastel" não emplaca bons resultados. Depois desta última etapa, como quase saiu zerado de Elkhart Lake, Espírito Santo 1 agora ameaça freneticamente a quarta posição do time paulista. Se não fosse pela sequência de maus resultados do Mito, vulgo Filipoviski De La Fuente, a situação poderia ser pior. Mas é bom os capixabas ficarem ligados pois a distância deles para o lanterna (Minas Gerais 1) é de apenas 25 pontos.

Faltam sete etapas. Valendo um quebra-queixo mordido e um Guaravita, alguém é ousado o suficiente para palpitar o campeão?


EM ALTA: Rio de Janeiro 1 - quando um falha, tem outro para garantir o resultado (e a liderança) da equipe.

EM BAIXA: São Paulo 3 - depois da última (e única) vitória, o time não consegue bons resultados e agora pode viver a sombra do rebaixamento. Será que foi culpa do Olho Vivo?

OLHO VIVO: Espírito Santo 1 - assim que o time conseguiu bon$ patrocínio$, a turma agora resolveu correr de verdade. Mas há quem diga que, se os capixabas correrem de carro azul/rosa calcinha, o Olho Vivo não vai se tornar Olho Gordo.




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Notícias: CBBr 2009.2 - 1ª divisão

Resultados após cinco etapas

Se na Terceira Divisão temos um líder com certa folga para os demais, o mesmo não podemos dizer do líder na Primeira Divisão, o grupo de elite da Copa BATracer Brasil. Os cariocas Luiz Felipe Lira, Frank Aguiar e Renan Tricolor, do time Rio de Janeiro 1, estão a apenas 7 pontos na frente do time Santa Catarina 1 (com sua pintura bastante... digamos... atrativa), composto por Carlos Zoro, Ismael Raitz e Bruno Sens Chang. E quem está no terceiro lugar? Adivinhem: duas equipes! Novamente um empate marca a disputa deste campeonato, que está mais do que acirrado. Dividem o terceiro posto os times São Paulo 3 (Rafael Ganecci, Yuri Laszlo e Leandro Boutsen) e Paraná 2 (Danilo Cechim, Sérgio Kolachinski e Carlos Tassi)

Um pouco mais atrás dos quatro times mencionados encontra-se o time Espírito Santo 1, seguido logo abaixo por Minas Gerais 1 e, segurando a lanterna da Primeira Divisão, o time Paraná 1.



Saber quem será o líder da Primeirona após uma etapa é como acertar na Mega Sena. Todas as equipes já tiveram seus altos e baixos nas 5 corridas disputadas até então: Rio de Janeiro 1 e Santa Catarina 1 em Phoenix, São Paulo 3 em Surfers Paradise e Paraná 2 na última etapa, em Nazareth. Quem aproveitou mais estes erros foi o time carioca que, assim como o outro time fluminense da Terceira Divisão, também já acumulou duas vitórias, todas elas obtidas por Luiz Felipe Lira que, aliás, praticamente conduziu a equipe sozinho até a penúltima etapa, quando Frank Aguiar resolveu correr de verdade. Já o time de Santa Catarina que iniciou a temporada na lanterna, hoje já é vice líder, com um trio que joga tão entrosado que até a pontuação dos pilotos é bem parecida (Zoro com 37, Raitz e Chang com 34). O pulo do gato dos catarinenses foi aproveitar o cochilo de dois times nas duas ultimas corridas: Espírito Santo 1, que vinha bem até Long Beach, e Paraná 2, líder até então da Primeira Divisão, que quase saiu zerado de Nazareth. Com os 4 pontinhos salvadores de Cechin, o time paranaense está empatado com São Paulo 3 que, por causa do Safety Car nas voltas finais de Nazareth, garantiram a primeira vitória do time paulista e, consequentemente, o terceiro lugar na classificação geral.

E o que falar do time capixaba? Mesmo com um início surpreendente, com dois pódios de Filipovisky e um de Kuster, chegou a brigar pela liderança nas etapas iniciais. Entretanto, a partir do oval de Phoenix, a equipe não passou a repetir as belas atuações, tanto que na última etapa o time passou em branco. Será que a terceira vaga para a Segundona será deles?

Se temos briga boa pela liderança, temos também uma briga excepcional para ver quem fica com a lanterna! Os times Paraná 1 e Minas Gerais 1 disputam, etapa a etapa, quem consegue somar menos pontos. O paranense João Felipe que o diga: em 5 etapas, o piloto ainda não marcou pontos! Zerado! Na cola dele, o mineiro Halle Marques, com apenas 5 pontinhos, conquistados com muito suor na última etapa.


Em alta: Santa Catarina 1 - por duas corridas consecutivas, o trio catarinense somou preciosos pontos que levaram o time a vice liderança

Em baixa: Paraná 1 - desde a primeira etapa, a equipe amargura a lanterna. Hora de mudar o DS, a estratégia que ainda há tempo de se recuperar

Olho vivo: São Paulo 3 - a vitória de Ganecci pode dar nova vida ao time, que possui pilotos experientes






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