Mostrando postagens com marcador Segunda Divisão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Segunda Divisão. Mostrar todas as postagens

Reviews CBBr - 2ª Divisão - Etapas de 6 a 10

.Oi pessoas, lembram onde paramos?? Estávamos em Nazareth com DF1 em primeiro, PR2 em segundo, SP1 em terceiro e RJ5 na lanterna. E nesse post (que será mais longo, pois recebi mensagens pedindo posts mais longos naas provas) darei um spoiler (não veja se não quiser perder a graça) as posições do campeonato não mudaram.

.6 - Indianápolis motor speedway
.E na principal prova do automobilismo mundial, Botelho (DF1) larga na frente em sua HR, com Martins (RJ5) e Tassi (PR2) na primeira fila.
.Na corrida, houveram as mais diversas estratégias: Teve a de largar de fast e fazer todo o resto da corrida de normal (Martins), a de fazer a corrida toda de normal, com quatro paradas (Cabral Jr., De Paula, Vasconcelos, Kolachinski e Wernay); a de fazer 5 stints iguais, de durable (Tassi e Cechin); a estratégia de fazer uma perna bem longa de durable, e depois ir de soft (Da Silva), ou de normal (Botelho e Duarte); e tem a estratégia estranha de fazer várias paradas de soft (Mateus Borges).
.Após brigas muito boas, como a de Tassi, Vasconcelos e Botelho; várias paradas e algumas raspadas no muro: De Paula bateu duas vezes (uma na curva um da volta 39 e outra na curva dois da volta 122) e não abandonou, mas chegou em décimo e último; Kolachinski na curva 4 da volta 113; e Tassi, na curva um da volta 134, sem nenhuma abandono. Exceto Cechin, que bateu na curva um da volta 114 e Tassi tem seu terceiro abandono seguido batendo na curva dois da volta 175.
.Essa última batida gerou o único safety-car da prova, e a vantagem de uma volta do Botelho pro segundo e terceiro colocados (Vasconcelos e Wernay) foi pras cucuias. Voltam todos os 10 alinhados. Com a relargada na volta 186, quem tinha estratégia pra andar mais rápido se deu bem, mas ningúem conseguiu tirar a vitória de Botelho! Em segundo Duarte (SP1), Wernay (DF1) em terceiro, Da Silva (SP1) em quarto e Vasconcelos (DF1) em quinto.


.7 The Miwalkee Mile
.Nessa prova, a PR2 veio pra se recuperar do mal resultado em Indianápolis, Fazendo a primeira fila com Cechin e Tassi, Wernay (DF1) e Kolachinsi vem na segunda fila.
.Na corrida, novamente as mais diversas estratégias. Vasconcelos, de pneus soft, ganha cinco posições logo na largada, enquanto Tassi , Botelho e Kolachinski tem largadas ruins, mas após a parada de Vasconcelos, a PR2 retoma o domínio da corrida. Mas na volta 39, o exaustor de Duarte desiste de funcionar, ele abandona a prova e a bandeira amarela aparece pela primeira vez. Meio grid para, e a transmissão de Matheus Antonio da Silva para de funcionar durante a bandeira amarela. Corrida retoma na volta 47 e o domínio da PR2 continuava. A DF1 tinha alguns problemas, fazendo Botelho ter que fazer uma parada extra e até ter o carro de Vasconcelos danificado, mas na volta 109, Amauri Cabral Jr. bate na curva 3 e abandona, trazendo novo safety car e recomeçando a prova na volta 121.
.Recomeçando é modo de dizer, pois Tassi erra na curva 2 e abandona pela quarta vez seguida e gerando novo safety car. Recomeçando a prova na volta 127, Martins (RJ5) tem problemas no carro e fazendo um pitstop extra. Nesse momento da corrida, o domínio já não era todo da PR2, pois De Paula (RJ5) voava com pneus fast. A prova seguia, Botelho e Wernay (DF1) atrasam sua última parada para tentar chegar em Cechin e Kolachinsi, até a na volta 175, onde Kolachinsi tem que fazer uma parada extra por errar na curva 3, e Botelho receber um lapping slower.
.Com isso Cechin sobrou no fim da prova, e venceu com mais de meia volta pra Wernay que chega em segundo. Botelho passa em terceiro mesmo com carro danificado, com Kolachinski em quarto e André Matues Borges (SP1) em quinto em sua HR.

.8 Belle Isle Park
.No labirinto de Belle Isle, o qualify é imprescindível. Nessa prova, a SP1 (!) fez dobradinha na ponta com os pilotos que ainda corridam (Matheus Antonio da Silva e Duarte). Segunda fila da DF1 com Botelho e Wernay.
.Na largada, Martins (P6) e Kolachinski (P7) largam mal, perdendo várias posições, e Da Silva (P1) precisa fazer uma parada extra na primeira volta da prova. Botelho (P2) consegue a ultrapassagem em cima de Duarte e se torna líder. Até a volta 19, onde Vasconcelos perde os freios (numa pista onde só se freia) e abandona a prova, chamando o safety car. Após geral parar, e dar a relargada, Duarte erra na curva 9, e tem que fazer uma parada extra, isso mostra toda a sorte da SP1 nesse campeonato com os três carros nas três últimas posições. Volta 30, e Tassi tem problemas de motor, perdendo algum tempo na volta e a posição para De Paula (de onde esse cara surge?) assumir a segunda posição. Na volta 41, os freios de Wernay também não aguentam tantas freadas e ele fica só com meio carro na pista. Votal 44 e Cechin tem problemas na asa dianteira também ficando só com meio carro, a corrida tava tão chata que os pilotos estavam dormindo no volante e danificando os carros. Na penúltima volta, Martins (P8) abandona com problemas no steering (seja lá o que for isso), soma-se a todos esses acidentes uma sucessão de quebras e perda de tempo no pit stop (5 carros tiveram que ficar mais de 10 segundos esperando nos pits por erros dos mecânicos).
.Com isso Botelho reinou sozinho lá na frente e venceu, sendo o único a fazer a corrida limpa; Tassi termina em segundo; De Paula também termina incólume em terceiro; Cabral Jr. termina em quarto num bom fim de semana da RJ5 e Da Silva termina em quinto.

.9 Portland Internacional Raceway
.Pra marcar o meio do campeonato, Cechin larga na pole, ao lado de Duarte. A segunda fila contava com Tassi e Martins, e Da Silva larga em quinto.
.Largamos e Duarte pula pra ponta, Trazendo Tassi em segundo. Daí pra frente, os dois vao brigar incessantemente pela ponta da corrida. Kolachinski (P6) e Botelho (P12) largam mal, mas Botelho perde nenhuma posição (:P). Na volta 9, Martins (P5) bate em mim, como há justiça nesse mundo, ele sai da prova mas eu tenho que fazer uma parada extra. Vasconcelos tem problemas nos freios na volta 19, e faz também uma parada extra. volta 29 e acontece nova colisão, dessa vez envolvendo Botelho e Cabral Jr. (P4 e P5, respectivamente), mas ninguém sai da prova.
.A corrida decorreu sem mais problemas, e com o domínio da PR2, que teve Tassi como vencedor, Cechin em terceiro e Kolachinski em quanrto. O intruso no trio foi Duarte, que chegou em segundo. E Vasconcelos conseguiu a quinta posição na última volta, pra tentar salvar o fim de semana da DF1.

.10 Elkhart Lake ou Road America
.Na corrida de nome duplo, Cechin larga de novo na pole, seguido por mim (Da Silva). A segunda fila é da DF1, com Vasconcelos e Botelho.
.E tivemos uma largada especially messy, com De Paula e Cabral Jr. largando mal; e no miolão, Tassi e Wernay saíram virados no jiraia: Wernay bateu em Kolachinski, onde Kolachinsi terá que fazer uma parada extra, e Wernay bateu também em Tassi (gerando um lap slower pra si e uma parada extra pra Tassi) que bateu em De Paula (gerando um lapping slower pra De Paula). E nisso, nada de safety car. O Safety car também não apareceu quando Vasconcelos teve problemas de aceleração na quarta volta, perdendo várias posições e xingando muito no player comments.
.A prova seguiu quase sem incidentes. Até na volta 33, quando Cechin passou reto na última curva e abandona a prova. Na volta 38, De Paula perde a pressão do óleo de seu carro, fazendo com que ele apenas se arraste pela pista. Mas ela seguiu animada no começo e no meio da prova, com algumas ultrapassagens e brigas na pista do povo tentando se recuperar.
.Mas no final, vimos um pouco mais do mesmo. Botelho ganha (de novo), com Duarte em segundo, Martins em terceiro, o estreante André Chaves (SP1) em quarto e Vasconcelos em quinto.

.Como mostrei pra vocês anteriormente, as posições de cada equipe no campeonato, só as diferenças que estão mais relevantes. E um gráfico acompanha com a diferença de cada um até o líder no presente momento.

Df1: 325
Pr2: 279
Sp1: 232
Rj5: 206

se voc~e for cego, clique na imagem pra aumentar

• Leia Mais [...]

Review CBBr 2011.1, Cinco primeiras etapas

Pois é pessoas, começou mais uma temporada da CBBr, dessa vez na edição 2011.1. Sou Matheus Antônio da Silva e disputo a segunda divisão da CBBr, então não espere muita imparcialidade de minha review. Bem, são quatro as equipes postulantes ao título, e vamos à apresentação de cada uma delas:

Distrito Federal 1: Equipe oriunda da primeira divisão, mas como ficou em último na mesma, foi rebaixada pra divisão de acesso da CBBr, é composta por Matheus Wernay, Fernando Vasconcelos e Jorge Botelho. A equipe existe desde a primeira CBBr em 2009, onde surgiu na segunda divisão, conseguiu o acesso pra primeira e lá permaneceu por todo o ano de 2010, mas agora está de volta a segundona.
Paraná 2: Equipe que não conseguiu o acesso na copa passada, agora vai pra sua segunda tentativa. Ela é composta por Sérgio Kolachinski, Carlos Tassi e Danilo Cechin. Essa equipe também está desde a primeira edição, onde começou na primeira divisão. Mas na terceira temporada (CBBr 2010.2) caiu pra segunda divisão, e agora caminha pra sua terceira temporada nela.
Rio de Janeiro 5: Equipe que faz sua terceira temporada na CBBr, composta por Edu Martins, Luiz Alberto De Paula e Amauri Cabral Jr. Essa equipe surgiu na segunda temporada, e logo de cara conseguiu o acesso pra segundona, e até hoje alimenta o sonho de participar da primeira divisão.
São Paulo 1: Equipe que também está desde a primeira corrida da CBBr, composta por Daniel Duarte, Matheus Antonio da Silva e André Mateus Borges. Sempre esteve meio que na rabeira das competições da CBBr, conseguiu seu acesso unicamente porque não tinha carros suficientes pra uma terceira divisão.

Pois bem, após uma breve história das equipes, Vamos a essa temporada. Nela, todos foram com o combo Kaynard-Mernandez-Firebug, exceto a Rio de Janeiro 5, pois eles foram enganados pela fábrica da Peskie, que fez um monte de promessas e eles caíram, e agora estão com o combo Peskie-Mernadez-Firebug.

1. Baltimore:
Na corrida que abria o calendário e, pra começarmos o ano com sorte, Matheus “Zica” Wernay larga na pole, seguido por Kolachinski, Vasconcelos, Cechin e Tassi. A corrida foi marcada por alguns acidentes, como o de Duarte e Cabral Jr (que acabou abandonado) logo na primeira volta; o de Mateus Borges na curva seis da volta 27, onde também abandonou; o de Martins, na curva sete da volta 46 e o de Wernay na curva três (que é até fácil de contornar) na volta 85. E por algumas quebras de equipamentos, como o de Kolachinski que teve a pressão do óleo danificada e fazendo seu carro perder rendimento; outro carro que perde rendimento foi o de Matheus Antônio da Silva, após ter problemas com o turbo; e com o carro de Tassi, onde abandonou após seu carro ter problemas com o sistema de combustível na volta 48.
Após todos esses percalços, a corrida terminou sobre bandeira amarela, com Botelho em primeiro e Vasconcelos em segundo (DF1), Cechin (PR2) em terceiro, Duarte (SP1) em quarto e Martins (RJ5) em quinto. Coincidentemente, cada equipe teve abandono de um piloto.

2. Surfer’s Paradise: Em solo australiano, o único que tem ela como home race (Cechin) larga na ponta, seguido por Kolachinski e por mim.
Nessa corrida, tivemos um acidente e vária brigas por posições, mas ninguém abandonou. Logo na primeira volta Wernay e Cabral Jr. se engalfinham, e Wernay tem seu carro avariado; Mateus Borges também tem seu carro seriamente avariado após não conseguir contornar a chicane Ferny na volta 15, Botelho tem problemas com na barra de direção na volta 20, mas apenas arranha o carro e Wernay fica avariado após problemas no motor na volta 56.
A corrida foi marcada pelo grande domínio da Paraná 2, com os carros de Tassi e Kolachinski. No fim Tassi passou em primeiro, Kolachinski em segundo, Botelho (DF1) em terceiro, Duarte (SP1) em quarto e, mesmo com o carro avariado, Wernay (DF1) em quinto.

3. Phoenix: Chegando ao primeiro oval da temporada, Duarte da São Paulo 1 larga em primeiro lugar, seguido por Tassi e Kolachinski (ambos da Paraná 2).
Os ovais são marcados por ter grandes disputas, onde qualquer erro é praticamente imperdoável e qualquer estratégia pode ser mudada pela entrada do safety car, e essa corrida teve todos esses ingredientes.
A disputa foi ferrenha entre os pilotos da Pr2 e da Df1 durante toda a prova, nada mais nada menos do que nove piloto lideraram pelo menos uma volta na corrida. Amauri Cabral Jr. (RJ5) e Vasconcelos (DF1) não conseguiram completar a prova, pois encontraram o muro nas voltas 60 e 82, respectivamente. E esses safety’s car gerados por esses pilotos, salvou as estratégias de Duarte e da Silva (SP1), após escolha errada dos pneus. O estouro do pneu de Mateus Borges na volta 148 só veio a dar mais emoção pra prova, pois vários carros fizeram suas últimas paradas e não parariam até o fim da prova. Na volta 157, Tassi e de Paula se envolvem num acidente pela P3, fazendo Tassi cair pra último e de Paula ter seu carro avariado.
A corrida foi decidida no photo-finish, onde Kolachinski (PR2) venceu ultrapassando na última volta Daniel Duarte (SP1), Cechin passa em terceiro e Tassi passa em quarto (PR2 ambos) e da Silva (SP1) passa em quinto.

4. Long Beach: No circuito californiano da praia longa, Wernay larga na pole em sua home race, seguido por Cechin (P2) e Cabral Jr. (RJ5).
A corrida geralmente é bem monótona, e essa foi. Danilo Cechin (PR2) bateu seu carro na chicane, e não continuou na corrida; anterior mente (na volta 20) o mesmo tinha parado pra por pneus de chuva em bone dry (estratégia mais do que ousada) enquanto estava na liderança da prova, só podia resultar nisso; e, na volta 71, o exaustor do carro de Tassi tem problemas e o piloto acaba abandonando.
No mais, a corrida foi uma sucessão de fechadas, tentativas de ultrapassagem (com raros sucessos) e paradas de Box. Até a volta 84, onde Kolachinski (então P2) erra na curva três, tendo seu carro seriamente avariado. Entretanto, consegue se manter na pista e segura os pilotos que vinham posteriormente, mesmo com um carro dois segundos mais lento, os da frente não conseguiam passá-lo. E o resultado foi: Wernay ganha a corrida com uma volta de vantagem pro segundo colocado (Botelho, ultrapassando Kolachinski na última volta), Cabral Jr., (RJ5) xingando muito o carro em quarto e Vasconcelos (DF1) em quinto.

5. Nazareth: Novo oval, nova esperança pra SP1. Duarte larga em primeiro e da Silva em segundo, com Cabral Jr. em terceiro (RJ5), seria a revolta das equipes menores no campeonato?
Já a corrida foi a estilo Phoenix, com a exceção que o safety car entro em apenas duas partes, da volta quatro à volta oito, e da volta 185 à volta 196, graças ao acidente de Tassi com Vasconcelos no começo da prova (Tassi abandonou, Vasconcelos não) e o estouro de motor de Cechin na volta 185.
No mais a corrida transcorreu normalmente, Botelho vinha liderando com mais de uma volta de vantagem até a volta 175, onde a barra de direção ferrou com o carro dele, tudo bem, ele tinha uma volta de vantagem, mas dez voltas depois o safety car entra na pista, e junta todos faltando quatro voltas pro fim. Resultado: Botelho vai pro fim do grid. Duarte (SP1), que estava em terceiro, pula pra primeiro e conquista a primeira vitória da São Paulo 1 na CBBr, quebrando um jejum de 55 corridas (o maior da categoria); Wernay (DF1) termina em segundo; de Paula, que estava de pneus fast e nove voltas atrás, pula de penúltimo pra terceiro; Martins (RJ2) termina em quarto e Kolachinski (PR2) termina em quinto.

Após essas cinco corridas, o campeonato se encontra assim:

1º DF1 43+29+16+49+27 = 164
2º PR2 22+41+47+17+13 = 140
3º SP1 20+19+30+13+29 = 111
4º RJ5 19+15+11+25+35 = 105


É isso pessoas, nos vemos na próxima review, com mais cinco emocionantes (ou não) etapas da segunda divisão da CBBr 2011.1

• Leia Mais [...]

CBBr 2010.2 - Entrevista Fim de Temporada

Povo!

Como post final desta Copa BATracer Brasil 2010.2, após todas as reviews finais da Primeira e da Segunda Divisão, Galeria dos Campeões, Galeria das Melhores Liveries, Organização e Agradecimentos, promovemos para fechar com chave de ouro uma entrevista breve com os mais vitoriosos.

 

Singelas perguntas, orgulhosas e modestas respostas os aguardam!

 

EQUIPE CAMPEÃ DA CBBr 2010.2

RIO DE JANEIRO 2

 

Qual o gosto de ser, por duas vezes consecutivas, a melhor equipe do Brasil no BATracer?

Luiz Guilhemond: Obviamente fico feliz em tomar parte e escrever meu nome em mais um título, mas em especial, fico orgulhosíssimo de fazer parte da equipe a ser batida. Sempre funcionamos de forma impecável, levando o campeonato a sério e ao mesmo tempo nos divertindo.

Victor Faeda: É uma grande honra, trata-se de um campeonato muito disputado e que envolve os melhores jogadores brasileiros do BATracer, portanto estamos naturalmente muito satisfeitos com o bi-campeonato.

Rodrigo Narduzzi: Magnifico, depois de uma temporada disputada como essa, ser campeão de novo é muito gratificante.

Quais foram as maiores dificuldades nesta temporada?

Luiz Guilhemond: Tive alguns problemas de âmbito pessoal que me fizeram perder algumas sessões, ou mesmo eventos, e houve casos em que esqueci de fazer a estratégia pra corrida. Isso acabou prejudicando a equipe em dados momentos.

Victor Faeda: No começo, pareceu que ia ser um campeonato fácil pra nós, pois tivemos alguns ótimos resultados consecutivos e conseguimos dilatar bem a vantagem para a concorrência. Depois baixamos um pouco o ritmo e a Nordeste 1 consegui aproximar-se bastante e levar a disputa até o fim, o que jogou alguma pressão pro nosso lado. Felizmente deu pra segurar.

Rodrigo Narduzzi: A maior dificuldade acho que foi a zica de meio de temporada, quase nos tirou o título. Foram momentos de tensão.

 

Pode fornecer as dicas para se tornar campeão da Copa BATracer Brasil?

Luiz Guilhemond: Ser mate do Faeda! - [gargalhadas] - Brincadeira. Acho que a melhor dica possível é formar uma equipe confiável, se divertir e cooperar com seus companheiros, esquecendo classificação individual e se focando na corrida "da equipe".

Victor Faeda: É preciso ter uma equipe consistente, motivada e determinada. E, claro, um pouco de sorte nunca faz falta.

Rodrigo Narduzzi: Trabalho em equipe! Estamos com o mesmo time desde que estreamos na CBBr, já nos entendemos por sintonia fina, o time trabalha junto, um tira o azar do outro.

 

 

EQUIPES COM ACESSO À PRIMEIRA DIVISÃO

A 1ª Divisão tem a grande dificuldade de que, ou você está por cima, ou está por baixo da carne-seca, isto é, lutando pelo título ou brigando pra fugir do rebaixamento. Qual a sensação de poder se envolver nisto e o que sua equipe promete para a próxima edição da CBBr?

SANTA CATARINA 1: Bruno Sens Chang

Eu espero pelo menos manter o SC1 na primeira divisão, e trabalhar para que o time vá bem, como na primeira edição.

SÃO PAULO 5: Rodrigo Oliveira

O mais interessante e legal da Primeira divisão é isso, a luta, e nossa equipe espera e vai lutar para permanecer na 1ª divisão, se possível brigando com os feras que lá estão.

BAHIA 1: Lucas Ribeiro

É sempre um prazer participar da CBBr, e prometemos nos empenhar bastante na próxima temporada, tanto no campeonato quanto no concurso de Liveries!

 

 

EQUIPE DA MELHOR LIVERY

Finalmente, Halle Marques fez a Livery de sua equipe melhor que fez para outras! A inspiração para a livery vitoriosa e colocar todas as ideias em prática, num programa de edição de imagem, e saber que muitos se agradaram dela depois... qual o custo e qual o benefício disto?

MINAS GERAIS 1: Halle Marques

Eu andei vendo as encomendas que tive para liveries, e as mais pedidas sempre foram liveries retrô reais (que por coincidência, são minhas preferidas), e resolvi faze-la. O grande problema das liveries, é que eu de tanto ficar babando nos trabalhos do Pieczar e de outros monstros, é que eu coloco realismo em excesso. Eu raramente boto logotipos alinhados em 2 partes diferentes do carro, sempre tento imaginar a pintura em 3D ou pego fotos, e jogo no carro. E o carro de Champcar é difícil de fazer algo decente, é um carro muito feio, e sempre tive que arriscar umas coisas toscas nos carros. Aquela coisa muito tradicional de riscos redondos passando por todo o carro, desenhos que se baseiam mais nas cores do que nos traços, essas coisas. Vê o carro de Bahia 1, que tirou algumas notas altas na votação, eles basicamente entraram no Paint, pintaram umas cores bacanas e só, não se importaram em fazer um desenho que fosse real, e o resultado não foi ruim! Só que aí me veio, porque não fazer uma Lotus JPS? Carro simples, bonito, e que encaixa na forma do Reynard. Eu comecei fazendo o carro todo em preto, e o resultado final, lindo. Maravilhoso. Pra um campeonato generic, um real names, um tributo, qualquer coisa, menos um campeonato entre estados. Eu já imaginei o povo falando que a livery tinha nada a ver e gente apelando pra Rosso Corsa com detalhes em branco pra um carro do Rio de Janeiro na outra temporada. Então, só cortei ali em cima uma parte preta e coloquei o branco e vermelho, e finalmente, ganhei o campeonato com um carro do meu time. Posso dizer que foi uma ideia frustrada, que se Jules quiser, nunca mais farei em um campeonato desse jeito, mesmo porque, tenho uma honra a manter agora, mas no final, a livery ficou linda, consegui levar o caneco pro time (eles merecem, ainda mais quando o terceiro membro do time não faz setup nem estratégia e ainda larga em último pra terminar em segundo).

------------------------||------------------------

PRÓXIMA COPA BATRACER BRASIL é a Edição 2011.1, em maio, abrindo inscrições em março!

• Leia Mais [...]

CBBr 2010.2: Notícias da Segunda Divisão (Final)

Seguindo a finaleira da Segunda Divisão da Copa BATracer Brasil 2010.2, vamos a uma breve retrospectiva desta Liga.

Nas primeiras 5 etapas, o domínio foi de Santa Catarina 1 e Bahia 1. Entretanto, começo de temporada, tudo muito embolado logo depois, tendo mais 5 equipes separadas por 18 pontos, uma miséria.

 

Com 10 corridas concluídas, Santa Catarina 1 dispara, Rio de Janeiro 5 e São Paulo 5 surgem como boas candidatas a subir, Paraná 2 à espreita e Bahia 1 some.

 

Na última review desta Divisão, você leu que Rodrigo Oliveira colocou a (antiga) piada São Paulo 5 em boas vezes de garantir a ascensão na competição. Uma redenção! Bahia 1, Paraná 2 e, ainda sonhando, Rio de Janeiro 5 brigavam pela última vaga, já que Santa Catarina 1 conseguiu garantir a volta para a Primeira Divisão.

 

Na penúltima etapa, em Vancouver, Paraná 2 tem seus carros bem posicionados no treino de classificação. Entretanto, Bahia 1 está por perto.

Na corrida, Carlos Tassi garante os maiores pontos ao PR2 vencendo a corrida. Só que a SP5 está no pódio com Pellegrino. A sorte foi Bahia 1 ter tido um desempenho fraco e ficado nas duas últimas posições que dão pontos.

 

Embarcando para a última corrida, PR2 estava na 3ª e última posição que garante vaga à Primeira Divisão. BA1 fazia sua matemática e suas orações ao Sr. do Bonfim. RJ5 dizia adeus às suas chances.

 

Laguna Seca resolve aprontar para o time do sul. No treino classificatório, PR2 vai largar além da zona de pontuação, enquanto BA1 está ali misturada, exceto por Lacerda, que sai na 3ª posição. Sempre apagada na competição, MG1 consegue a pole com Lucas Oliveira.

A bandeira verde é dada e, antes do final da primeira volta, o destino coloca a torcida paranaense e baiana com o coração entre os dentes: Marton Santos (BA1) e Sergio Kolachinski (PR2) abandonam a prova! Nervos à flor da pele!

Macumbas do sul rendem mais que as do nordeste, pois, na volta seguinte, um problema eletrônico tira Lucas Ribeiro (BA1) da prova. O time PR2 tem um carro a mais. Só que precisa remar muito ainda, porque o baiano Lacerda não deixa das primeiras posições desde que largou.

Fim da corrida!!! Bandeira quadriculada! Rodrigo Oliveira consegue mais uma vitória e São Paulo 5 volta à Divisão mais alta da CBBr. Na briga pela última vaga, PR2 consegue pôr seus dois carros restantes nos pontos, porém, Tassi fez o máximo do 7º lugar e Cechim finalizou em 12º. Concluindo na 2ª posição, Luciano Lacerda lava a alma da Bahia 1 e comemora muito a participação deste time na 1ª Divisão na próxima edição!

 

A classificação final da Segunda Divisão da CBBr 2010.2 está a seguir:

CBBr 2010.2 - Final 2a Div

Parabéns à equipe vencedora, a Santa Catarina 1, que volta ao grupo dos melhores do Evento.

Parabéns à equipe vice-colocada, a São Paulo 5, que se redimiu dessa vez!

Parabéns à terceira colocada, a Bahia 1, que, na sua 2ª participação, já está na Divisão maior da CBBr.

CBBr - Vitoria SC1a

• Leia Mais [...]

CBBr 2010.2: Notícias da Segunda Divisão (3)

Amigos seguidores da CBBr 2010.2, sou Halle Marques e trago pra vocês as reviews da segunda divisão, que vai chegando ao fim!

E começamos com a décima primeira etapa do campeonato, em Toronto, que viu mais uma vez os pilotos de SC1 dominarem a classificação, levando da segunda a quarta posições no grid de largada, com pole de Paraná 2.

Na prova, uma colisão na primeira volta e Safety Car na pista. O que parecia uma corrida bagunçada, foi tranquila, apenas com a ocorrência da primeira volta. SC1 com Ismael Raitz ultrapassou R. Oliveira de SP5 nas últimas voltas, e levou pra casa o caneco e os pontos, além de garantir o quarto lugar. Em terceiro, PR2, completando o pódio.


Na pista de rua mais rápida do ano, em Burke Lakefront, os baianos de BA1 reagiram e levaram a pole, mas a dominação mesmo é de SC1, levando a segunda e terceira colocações do grid. A corrida, que foi marcada por vários problemas mecânicos dos carros na sua primeira metade, viu BA1 ganhando a corrida, com SC1 em segundo e completando o pódio, SP5.

Voltando aos ovais em Michigan, surpresa na pole! Depois de várias etapas de discretas atuações, MG1 leva a pole, seguida de SP5 e RJ5 nas 3 primeiras colocações no grid. O problema é que junto com a pole, veio também a penúltima e antepenúltima colocações.

Na corrida, muita bagunça no começo de prova, em que três safety cars alimentados por batidas apareceram, e levaram muitas estratégias água abaixo. No final, corrida brilhante de Lucas Ribeiro de BA1, que levou a primeira colocação, seguido de SP5 e PR2, duas vezes, na terceira e quarta colocações.


Na prova de Mid-Ohio, os baianos levaram a pole position com folga, um décimo de segundo mais rápido que SC1, seguidos de dois mineiros. Na prova, os pilotos de MG1 afundaram, e os pilotos de SC1 recuperaram a má classificação. Um safety car apareceu nas últimas voltas pra terminar a corrida oito voltas mais cedo, e no mais, a corrida foi calma. SC1 mais uma vez mostrou dominar nas pistas e fez dobradinha nas duas primeiras colocações, e ainda colocou um de seus pilotos na quinta colocação. Rodrigo Oliveira de SP5 também não fez feio, e garantiu o lugar no pódio, seguido de BA1.

CBBr 2010.2 - SC1 torcida

New Hampshire, o oval de uma milha famoso pelas provas intensas e pelas ultrapassagens, foi a última pista oval da temporada. E surpresa na pole position! Nada de baianos, nem catarinenses, nem invasores cariocas e mineiros: Deu São Paulo 1, por 5 milésimos de segundo para MG1. A corrida viu os pilotos de SP1 caindo no grid, com baianos e mineiros fazendo atuações espetaculares, com direito a Halle Marques de MG1 largar em último e terminar em segundo lugar. Mas a vitória ficou com Rodrigo Oliveira, da SP5, que quando o negócio é botar o carro na primeira colocação, é especialista.


SC1 colocou um dos pés em uma vaga na primeira divisão, mostrando regularidade e classificações brilhantes. RJ1, SP5 e BA1 disputam o último lugar na primeira divisão, e as 2 últimas provas serão emocionantes. Te vejo lá!

----------------------------------||----------------------------------

CLASSIFICAÇÃO PARCIAL

EQUIPE PONTOS
   
Santa Catarina 1 297
São Paulo 5 264
Bahia 1 237
Paraná 2 215
Rio de Janeiro 5 211
Minas Gerais 1 157
São Paulo 1 95
Nordeste 2 84

Vermelho: sobem à Primeira Divisão!

Hoje, na publicação desta review, o campeonato já terminou. Porém, fique conosco aqui no Blog e lá no Twitter para ver e saber todo o desfecho!

• Leia Mais [...]

CBBr 2010.2: Notícias da Segunda Divisão (2)

Amigos BATracerianos! Sou Halle Marques, e trago as novidades da segundona da CBBr, e começamos com a sexta etapa do campeonato, no palco centenário de Indianapolis. Na classificação, que no oval lendário de Brickyard é um pouco diferente do normal (ao invés de uma volta rápida, são 4 consecutivas), SP1 pegou a pole com Lucas Melgaço e dois pilotos de RJ5 pegaram a segunda e a terceira posições restantes.

Mas a corrida, que foi abalada por uma largada bem bagunçada e quatro safety cars viu uma lenda do circuito, que tem mais anéis do que dedos e cansou de beber leite, Halle Marques, de MG1, correr conservador no início e levar o caneco, o leite e o anel para a casa, seguido de um paranaense de PR2 e um paulista de SP5.

Halle Marques

Bem diferente do rápido oval de Indianapolis, em Milwaukee Mile, os catarinenses de SC1 recuperaram o tempo perdido e logo na classificação colocaram 2 carros nas 2 primeiras colocações do grid, seguido de pilotos de MG1, NE2 e BA1.

A primeira volta da prova afundou pilotos de norte a sul... ou melhor, de Nordeste 1 e Paraná 2, e os pilotos de SC1 que largaram na frente trocaram as posições logo cedo (talvez uma ordem de equipe disfarçada de bad start?). A corrida rendeu 2 safety cars, e os cariocas de RJ5, que chegaram até a ameaçar uma dobradinha, levaram a vitória e a quinta colocação. Em segundo, São Paulo 5, seguidos de Bahia 1 e Paraná 2.

Na bela ilha de Detroit, os paulistas de SP1 dominaram a classificação, levando a pole, Q3 e Q10. Outro time que se destacou nas voltas rápidas foi o dos catarinenses, que também colocaram 3 pilotos no Top-10, e quase que os cariocas de RJ5 também o fazem, se um de seus pilotos não tivesse tido o misfortunio de ter problemas mecânicos no carro. Depois de 77 voltas regadas a muitas batidas, Pellegrino de SP5 leva a taça da prova, seguido de dois pilotos de SC1.


Já no misto permanente de Portland, a previsão do tempo foi um fator decisivo pro evento. Quem esqueceu que a água molha a pista teve frustrações na corrida, mas a classificação, com tempo nublado, viu uma divisão de pilotos de pneus de pista seca e molhada. E o resultado foi apertado: na pole e na quarta colocações, pilotos de RJ5, de pneus de pista seca. Em segundo e terceiro, catarinenses de pneus de chuva... Vá entender o Jules!

A corrida parecia que teria um sol de domingo, mas na quarta volta, os pilotos foram traídos com nuvens vindas de uma frente fria. Não demorou pra chuva aparecer e, veja só, novamente, pneus secos contra molhados. E os mesmos personagens! Em primeiro e terceiro lugares, pilotos de RJ5, de pneus de pista seca. Em segundo e quarto lugares, catarinenses, com pneus de chuva! Mas é claro que Cabral Jr., carioca da gema (assim espero), fez uma brilhante corrida pra terminar com 28 segundos de vantagem em Light Rain com pneus mais carecas que o Ronaldo.

Elkhart Lake, pista de qualidade de Fórmula 1 para alguns, e para nós, palco perfeito para a CBBr. E também para os catarinenses, monstros dos treinos de classificação, que levaram pole, segunda e sétima posições, seguidos de paulistas de SP5 e SP1.

Já a corrida, marcada por vários pit stops extras, abandonos por problemas mecânicos e perdas de rendimento, viu o time de SC1 correndo juízo, e levando mais uma (CPI anti-cheat? Alguém encara?) vitória fácil pra casa, com performance perfeita de Ismael Raitz. Completam o pódio SP5 com Rodrigo Oliveira e Cabral Jr. de RJ5.


Assim, termina mais uma review da segundona da CBBr. A temporada está chegando ao final e a disputa pelas vagas da primeira divisão tornam-se mais intensas. Até semana que vem!

----------------------------------||----------------------------------

Lembrando que temos notícias de última hora no Twitter da CBBr.

E o Placar Eletrônico numa das abas aqui ao lado para você conferir!

• Leia Mais [...]

CBBr 2010.2: Notícias da Segunda Divisão

Alô todos, Halle Marques aqui, piloto esquentador de banco do time de Minas Gerais 1, com o resumão das primeiras etapas da CBBr 2010.2! E o campeonato começou emocionante, com vários times correndo atrás da Primeirona. E a nossa jornada começa pelas ruas de Bicentennial Park.

Na classificação da primeira etapa, Santa Catarina ainda não tinha decidido seus objetivos para a temporada: Se era subir para a primeirona ou ficar na segunda divisão. Fizeram a pole, a ante-penúltima e a última colocações. Já o time de Bahia 1, São Paulo 1 e Paraná 2 levaram seus trabalhos a sério e colocaram 2 pilotos no top 10 da classificação.

A corrida seguiu com um ataque forte do time do Paraná 2, que terminou com seus três pilotos nas 10 primeiras posições da corrida, inclusive com Carlos Tassi em 2º, mas o prêmio principal ficou com Lucas Ribeiro, piloto do Bahia 1. O time de Santa Catarina 1, que correu pra se recuperar do prejuízo da má classificação, viu o seu piloto pole position terminar em décimo terceiro, mas cumpriu bem o dever com uma estratégia inteligente e muitas ultrapassagens em pista, colocando dois pilotos, em 3º e 6º lugares.

A segunda etapa se passou em piso australiano, no famoso circuito de rua de Surfers Paradise. O time dos Catarinenses, não contentes com a classificação passada, decidiu pegar a pole, a quarta e a sexta posições do grid de largada. O time dos comedores de queijo e faladores de “uai”, MG1, garantiram a segunda posição na largada, e os paulistas de SP1 tomaram a terceira posição na raça.

A corrida teve diversos acidentes, e foi marcada pelo ataque dos mineiros de Minas Gerais 1 que colocaram um carro no pódio e outro carro em sexto lugar e pela consistência dos brilhantes pilotos de SC1, que fizeram o terceiro, quinto e nono lugares na prova. Mas destaque para o Rodrigo Oliveira, de São Paulo 5, que nem de longe tinha o carro mais rápido da pista, mas fazendo o arroz com feijão, conseguiu levar a vitória fácil.

A primeira das corridas no oval lendário de Phoenix, viu dois pilotos de Minas Gerais 1 e de Santa Catarina 1 nas 5 primeiras posições do grid, sobrando um espacinho para um dos pilotos de São Paulo 5 completar o top-5. Porém, quando a pista é oval, ultrapassagens e batidas podem fazer a corrida mudar e posições se entrelaçarem como passe de mágica. Dois mineiros e catarinenses abandonaram a prova e deixaram a briga pela liderança quente entre os paulistas de SP5 e os cariocas de RJ5. E mais uma vitória de Rodrigo Oliveira, soberbo, mesmo com um carro mais lento na parte final da prova. O segundo colocado, Edu Martins de Rio de Janeiro 5, disse que por mais 5 voltas ultrapassaria o líder. Completando o pódio, Ismael Raitz de SC1, seguido de outro carioca de RJ5 e de um nordestino de NE2.

Na costa californiana, voltamos aos circuitos mistos, e a classificação de Long Beach foi bem uniforme. Minas Gerais 1 viu seus pilotos na pole, em sexto e sétimo. Os catarinenses ocuparam a segunda e a terceira colocações, seguidos dos paulistas de SP5, que ficaram em quarto e quinto.

Mas a corrida, bagunçada e com ocorrências separadas de Safety Car, que arruinou várias estratégias, viu dois pilotos de Santa Catarina 1 abandonarem a prova, e mais dois de Minas Gerais 1. Só não foi maior o prejuízo para os mineiros, porque Flávio Seno, que já tinha tomado a liderança no grid, venceu a prova, de ponta a ponta, marcando 20 pontos para o time, seguido pelo time de Bahia 1, que levou um dos seus pilotos ao pódio, e outro, aos pontos, marcando 19 pontos.

Em Nazareth, de volta aos ovais, Santa Catarina 1 mostra o seu domínio total na classificação, e leva as duas primeiras colocações do grid, e Bahia 1 leva dois pilotos para as 10 melhores posições do grid.

Durante as 200 voltas do evento, os três mineiros se eliminaram da prova, com problemas de gasto de pneu e problemas mecânicos. O time de Santa Catarina também decepcionou, e dois de seus pilotos abandonaram a prova em acidentes. Vitória dos baianos, que levaram a vitória e colocaram seus 2 outros pilotos no top 10 da corrida, seguidos de carros de RJ1 e NE1, que reage lentamente, depois de maus resultados no começo da temporada.

A próxima etapa é em Indianápolis, e o campeonato pega fogo, com os catarinenses, mineiros, baianos, paranaenses e os paulistas de SP5 lutando pelas vagas da Divisão de Elite. Te vejo lá!

----------------------------------||----------------------------------

CLASSIFICAÇÃO

EQUIPE PONTOS
   
Santa Catarina 1 90
Bahia 1 81
São Paulo 5 75
Rio de Janeiro 5 69
Paraná 2 65
Minas Gerais 1 58
Nordeste 2 57
São Paulo 1 26

*Em vermelho, equipes que sobem à 1ª Divisão

Veja ainda nosso Placar Eletrônico no menu suspenso aqui do ladinho, ó! Atualização a cada 3 etapas!

Perdeu a 1ª review da 1ª Divisão? Então, clique aqui, brother!

E sem esquecer… siga-nos no Twitter! Tudo, tudo atualizado por lá!

• Leia Mais [...]

Notícias: CBBr 2010.1 – 2ª Divisão

Nordeste 1 está na 1ª Divisão da Copa BATracer Brasil!

Amigos e amigas da CBBr!

Começamos essa história no dia 30 de abril, com a criação da liga que abrigou a 2ª Divisão da Copa BATracer Brasil e a entrada dos participantes, já sob bastante controvérsia: graves problemas de comunicação da equipe RJ 3, formada originalmente por Luis Alberto, Igor Sales, Jefferson Lamonier. Contudo, dentro do prazo normal da entrada dos participantes na liga, apenas Luis Alberto havia entrado, suscitando dúvidas inclusive sobre a participação oficial do time na CBBr. Acabou-se decidindo que o time participaria (após a entrada tardia de um dos membros, Igor), mas teriam de buscar um terceiro participante ou competir apenas com dois – o que acabou ocorrendo.

Na primeira corrida, em Miami, vitória mineira, com Lucas Oliveira vencendo a corrida que prometia ser uma dobradinha capixaba com De La Fuente e Kuster. Já na segunda corrida, Kuster leva e dispara na liderança do campeonato enquanto os demais (10 pilotos!) se embolam nas proximidades da segunda posição, marcando um aspecto que melhor descreve a 2ª divisão de 2010: competitividade. Enquanto isso, a NE1 começava a demonstrar uma característica importantíssima durante seu campeonato: a consistência dos três pilotos do time, enquanto vários times, apesar de terem excelentes pilotos, sofriam com a falta de constância de um ou dois membros. Em Phoenix, primeira vitória da Nordeste 1 com Heitor Ramos, enquanto Kuster mantém excelentes resultados chegando na segunda posição, se tornando quase intocável no campeonato. Até então, se destacavam ES1 (obra e graça de Kuster), NE1, MG1 e PR1, que vinha de dois pódios de Cássio Michelon.

Em Long Beach, quarta etapa do campeonato, SP4 aparece bem com os três pilotos, Marcus Ribeiro, Gabriel Rak Zanchetta e Rafael Matheus, fazendo 3-4-5, com mais uma vitória do mineiro Oliveira, com Fabrício Santos da NE1 completando o pódio em 2º. A posição dos paulistas da SP4 fica mais sólida com a vitória de Ribeiro em Nazareth, com o companheiro Matheus fechando o pódio em 3º e Rak Zanchetta em 4º, enquanto os pilotos da NE1 fizeram uma corrida ruim (Cabral em quinto, seguido por 12º de Ramos e o abandono de Santos). Em Indianápolis, veio o troco nordestino: Fabrício Santos leva a segunda vitória da NE1, com Heitor Ramos e Fernando Cabral em 4º e 6º, respectivamente. Completando o pódio, vieram o paranaense Diego Leds da PR1 e o mineiro Flávio Seno da MG1. Neste momento, NE1 ainda era a líder do campeonato, mas já sendo seguida por sua rival por todo o resto da Segundona: a SP4. MG1 ainda mantinha a forma obtendo bons resultados, e a ES1 já se ressentia da falta de resultados dos outros pilotos além de Kuster (em especial, de Lucas Silva).

Seno continuou obtendo bons resultados na corrida seguinte, vencendo em Milwaukee e mantendo a MG1 no páreo, enquanto os pilotos da líder NE1 conseguiam tão somente as 5ª e 6ª posições; Zanchetta seguiu de perto, na segunda posição, mantendo a boa situação da SP4 no campeonato. Em Detroit, mais vitória mineira: Lucas Oliveira chega na frente, seguido por Marinello em 2º e Zanchetta, sempre ele, em 3º. À essa altura, a supremacia da Nordeste 1 estava definitivamente ameaçada, e dúvidas já surgiam sobre o campeonato. O mineiro Lucas já era líder do campeonato, enquanto o time de Roberto Kuster se ressentia da falta de resultados (até mesmo do próprio Kuster). E em Portland, a sequência de vitórias mineiras continua do modo mais improvável: o elo fraco do time, Halle Marques, vence a prova – dividindo o pódio com seu parceiro Lucas Oliveira, terceiro do grid. Kuster, iniciando sua recuperação no campeonato, veio em segundo – e nesse ínterim, poucos e fracos sinais de recuperação do time nordestino.

Mas, em Elkhart Lake, Fabrício Santos vence sua Home Race, trazendo a taça mais uma vez para o Nordeste enquanto seus companheiros de time, se não vão tão bem, pelo menos chegam “na parte de cima” dos pontos. Contudo, Kuster continua na liderança do campeonato com seu terceiro lugar, e a SP4 fica realmente bem com o segundo lugar de, ele de novo, Rak Zanchetta. Em Toronto, festa paulista: 1-2 do time, na corrida vencida por Ribeiro (seguido por Matheus) e o desastre nordestino (apenas Cabral terminou a prova, e na sexta posição); tudo isso coloca a SP4 em plenas condições de levar o campeonato.

A partir de Cleveland, o jogo começa a virar bem para os nordestinos: Heitor Ramos marca o segundo lugar, atrás apenas de Araújo da Minas Gerais 2, enquanto os jogadores dos principais times rivais obtém resultados desanimadores; Kuster leva a prova de Michigan, mas seguido por Heitor Ramos, mais uma vez em segundo; Cabral leva o quinto, enquanto os jogadores de SP4 e MG1 saem da prova ou chegam abaixo disso; a MG2 leva nova vitória com Luis Morais, enquanto a SP4 faz 2-3 com Matheus-Ribeiro em Mid-Ohio.

Nessa reta final, o campeonato parece absurdamente embolado: 9 pilotos disputando diretamente o título individual (com Kuster na liderança “isolada”, seguido por Cabral e Heitor Ramos da NE1; na seqüência, Zanchetta, Matheus, Oliveira, Fabrício Santos e Marcus Ribeiro) enquanto a NE1 liderava de forma apertada o campeonato de pilotos, com a SP4 na sua cola.

Em New Hampshire, show nordestino: 1-2 da NE1, com Fabrício Santos vencendo sua terceira corrida e trazendo Heitor Ramos logo atrás; o mineiro Araújo, da MG2, chega em 3º, enquanto os representantes dos outros times da ponta chegam, salvo algumas exceções, em más posições. Oliveira vence a corrida seguinte em Vancouver, corrida cheia de abandonos, e o Paraná faz 2-3 com Thiago Marinello e Cássio Michelon. A NE1 sai dessa prova já garantida na Primeira Divisão da CBBr, e o clima é de festa entre seus participantes – mas ainda havia dois títulos a serem vencidos!

E chegamos à prova de Laguna Seca, úlitma do campeonato. Os pilotos da NE1 apostaram em táticas conservadoras, no sentido de manter as posições em que estavam no campeonato; e no caso de pilotos, superar Roberto Kuster, que procurava ao menos obter para a ES1 o título de pilotos (o de equipes havia muito estava descartado, pela falta de sorte de De La Fuente e pela falta de presença de Lucas Silva). Mas a coisa ainda foi além do esperado...

Fabrício Santos e Heitor Ramos fizeram 1-2 na corrida, definindo os títulos de pilotos e de equipes para a NE1; Heitor Ramos se sagrou campeão da segunda divisão da CBBr.

Com a 3ª posição confirmada, a equipe Paraná 1 (Leds, Marinello, Michelon) conseguiu a ascenção à 1ª Divisão da CBBr. A turma do São Paulo 4 (Ribeiro, Rafael Matheus e Rak Zanchetta) ficou vice-campeão e também subiu à Divisão maior.

A Grande Vencedora, a equipe Nordeste 1 (Heitor, Fabricio, F. Cabral), que começou lá na 3ª Divisão sua participação na CBBr, em apenas 2 participações, já está na Elite do Evento. Que isto seja motivação para as novas equipes!

CBBr 2010.1 - Resultado Final 2a. Divisão

Que venha a CBBr 2010.2!

Review by Heitor Ramos.

• Leia Mais [...]

Notícias: CBBr 2009.2 - 2ª Divisão

Rio de Janeiro 2 é o campeão da Segundona

Candangos e paulistas bem que tentaram, mas não conseguiram. Na Segunda Divisão da CBBr 2009.2, quem levou o título foi a galera da Cidade Maravilhosa. Durante toda temporada, estas três equipes simplesmente atropelaram as rivais e, consequentemente, arrebataram as vagas de acesso para a divisão de elite da CBBr.

Mas, para uns pouco importa quem subiu ou quem deixou de subir. A galera quer mesmo é saber se São Paulo 5 conseguiu cumprir a meta dos 50 pontos.

E então, será mesmo que o objetivo foi cumprido? Será mesmo que os paulistas conseguiram ultrapassar a marca histórica dos 50 pontos?

Bem, digamos que a equipe surpreendeu muito mais do que poderíamos imaginar...



Antes de continuarmos com a atração maior da Segunda Divisão, vamos voltar a falar da turma do topo da tabela. Com 9 vitórias em 17 etapas, era evidente que o título não poderia ter outro destino sem ser para o Rio de Janeiro 2. Bem que São Paulo 2 e Distrito Federal 1 tentaram colocar água no chopp, mas não teve jeito.

Sobre os candangos, o que dizer deles?!!? Brigando desde o início da temporada com os cariocas, o trio formado por Fernando Vasconcelos, Alexandre Ceresa e Matheus Wernay chegaram com atitude e, por certo momento no campeonato, chegaram a abrir uma vantagem considerável, dando pinta que o título já tinha dono. Mas, a partir de Elkhart Lake, o impossível aconteceu: Distrito Federal começou a perder terreno, não se encontrava nas corridas e, mesmo sem abandonar, completava as corridas fora da zona de pontos. E o resultado disso foi determinante para perder tanto o título para o Rio de Janeiro 2 quanto o segundo lugar para a equipe São Paulo 2.

E o que falar de São Paulo 2? Mesmo com o campeão entre pilotos, João Zanchetta, marcando cerca de 57% dos pontos da equipe, a equipe praticamente correu com dois pilotos durante boa parte da temporada. Segundo relatos do próprio piloto, mesmo com a grande performance de Matheus Wernay, a equipe precisava do seu terceiro piloto para somar pontos importantes para a conquista do título. Apesar da extraordinária média de 29,9 pontos em 10 etapas, Ítalo Augusto (participando desta CBBr com o nick Reed Sorenson) não foi capaz de contribuir à altura de seus dois companheiros de equipe.

Então, simplesmente, bastou a equipe carioca administrar a grande vantagem obtida durante toda temporada. Afinal de contas, 9 vitórias em 17 etapas é de se tirar o chapéu mesmo. Na equipe em que todos os pilotos conseguiram no mínimo uma vitória, Luiz Guilhemond, Rodrigo Teixeira e Victor Faeda podem bater no peito e dizer que, simplesmente, atropelaram na Segunda Divisão da CBBr 2009.2.

Falando agora do meio da tabela, Rio de Janeiro 3, Sul 1 e Acre 1 também obtiveram grandes resultados durante a temporada, mas não com tanto brilhantismo quanto os outros quatro times da Segundona. Deste grupo, vale destacar as vitória de Luis Alberto e Marcos Vinicius (Rio de Janeiro 3) e a corrida única do time acreano em Portland, onde Leandro Gel chegou em 3o e Geraldinho Alkmin em 2o. O ponto negativo destas três equipes é que Sul 1, como completou o campeonato na 6ª posição, foi rebaixado para a Terceira Divisão.

Agora, o principal. Vamos falar da estrela maior da Segunda Divisão da CBBr 2009.2. Vamos comentar sobre o time que supreendeu a todos nós, com seus resultados mais do que inesperáveis. É chegada a hora de saber:

São Paulo 5 marcou ou não marcou 50 pontos?






Apesar da grande torcida para este feito histórico, da campanha em massa em rádio, TV, Twitter, Orkut, blog etc etc, infelizmente o time paulista não alcançou a marca.



Calma, calma... não priemos cânico. Por mais que a equipe não tenha alcançado este feito, o trio formado por Andre França, Rodrigo Oliveira e Rodolpho Amorim nos trouxeram agradáveis surpresas. Vamos conferir?

Primeiro: foi a única equipe até agora na CBBr que não beliscou um pódio sequer, sendo a melhor prosição de chegada um 10º lugar



Segundo: Rodrigo Oliveira, um dos integrantes do time, só conseguiu pontuar na 14ª etapa. Detalhe básico é que a temporada possui 17 etapas



Terceiro: Acharam o caso de Rodrigo Oliveira grave? Pelo menos ele marcou mais três pontinhos nas últimas etapas. O que dizer de André França, que marcou apenas um único ponto durante toda a temporada?



Quarto: Nessa a equipe se superou... ao longo de toda temporada, sabem a quantidade de voltas lideradas? Vinte? Dez? Nada disso! Zero! São Paulo 5 não liderou uma volta sequer nas 2200 voltas disputadas.



Cinco: Pra fechar com chave de ouro, agora vai um desafio para vocês. Com apenas 20 pontos marcados, melhor posição de chegada um 10º isolado, nenhuma volta liderada e pior média de qualificação, quantos abandonos a equipe registrou ao longo da temporada?



Pensou mesmo?


...


Tem certeza?


...

Última chance. Vai mudar de opinião? Não?


...


...




Isso mesmo, seis abandonos. Apenas seis abandonos durante toda temporada. Um recorde positivo para a pior equipe da CBBr. Incrível, simplesmente incrível.

Brincadeiras a parte, a equipe da CBBr parabeniza todos os participantes desta temporada. Para os que conquistaram a vaga para a Primeira Divisão, não deixem de ler com atenção o próximo resumo. Para os demais, apenas uma dica: treino. Muito e muito treino a procura de uma configuração ideal para conquistar o objetivo maior: estar no TOP 7 deste campeonato nacional.

Com isso, encerramos a Segunda Divisão da CBBr 2009.2. Aguardamos todos vocês ano que vem. Um grande abraço e até lá!






CBBr 2009.2 - SEGUNDA DIVISÃO - ESTATÍSTICAS

Vitórias consecutivas: 2 (Luiz Guilhermond: Australia, Phoenix / João Zanchetta: Portland, Elkhart Lake)
Vitórias em Home Race: 2 (Luiz Guilhermond: Australia / João Zanchetta: Laguna Seca)
Poles consecutivas: 2 (Victor Faeda: Indianapolis, Milwaukee / Rodrigo Munhoz: Toronto, Cleveland)
Poles em Home Race: 1 (Luiz Guilhermond: Australia)
Maior sequência de abandonos: 4 corridas (Douglas Sattler, Sul 1)
Maior sequência sem pontuar: 13 corridas (Rodrigo Oliveira, São Paulo 5)

Maior número de vitórias: Rio de Janeiro 2 - 9 vitórias
Maior número de pódiuns: São Paulo 2 - 18 pódiuns
Maior número de pole positions: Rio de Janeiro 2 - 8 poles
Maior quantidade de voltas mais rápidas: Rio de Janeiro 2 - 5 vezes

Maior pontuação em uma etapa: Rio de Janeiro 2 - 50/53 pontos (Indianapolis e Toronto)
Menor pontuação em uma etapa: São Paulo 1 - 0 pontos (oito vezes)

Melhor média de largada: Rio de Janeiro 2 - média 8
Pior média de largada: São Paulo 5 - média 12

Maior quantidade de voltas lideradas: Rio de Janeiro 2 - 817
Menor quantidade de voltas lideradas: São Paulo 5 - 0

Maior número de ultrapassagens: Distrito Federal 1 - 385
Menor número de ultrapassagens: São Paulo 5 - 65

Maior registro de abandonos: Rio de Janeiro 2 - 17
Menor registro de abandonos: São Paulo 5 - 6

• Leia Mais [...]

Notícias: CBBr 2009.2 - 2ª divisão

Resultados após dez etapas

Vamos agora ver como anda a Segundona. Após 5 etapas, vimos uma briga solitária entre Distrito Federal 1 e Rio de Janeiro 2 pela primeira posição, com São Paulo 2 só esperando algum vacilo para entrar nessa disputa. Do lado de baixo da tabela, Sul 1, Rio de Janeiro 3 e Acre 1 disputavam corrida a corrida quem iria se firmar como a 4ª melhor equipe, enquanto São Paulo 5 amargurava a lanterna da sua divisão.

Será que, depois de dez etapas disputadas, alguma coisa mudou? Será que algum time deslanchou no campeonato? Ou pior, será que alguém afundou pior que pedra?

Por incrível que pareça, não. Não houve nenhuma grande diferença no panorama atual para o de cinco etapas atrás.

Mas não pensem que a Segundona está entediante. A briga pelo título está mais do que acirrada! A liderança muda de dono a cada corrida. E quem é o líder após a décima etapa é a equipe do Rio de Janeiro 2, comandados por Luiz Guilhemond, Rodrigo Teixeira e Victor Faeda. Na cola dos cariocas, só seis pontinhos atrás, vem os candangos do Distrito Federal 1, com Fernando Vasconcelos, Alexandre Ceresa e Matheus Wernay. Esses seis pilotos estão no TOP 10 da Segundona, mostrando que, para obter um bom desempenho no campeonato, é mais do que obrigação os três pilotos pontuarem.

Na sequência da tabela temos o São Paulo 2, um hiato bem grande, Acre 1 (aquela equipe do estado que não existe), Rio de Janeiro 3, Sul 1, um outro hiato maior ainda, e o time São Paulo 5



Voltando ao topo da tabela, que disputa é essa entre Rio de Janeiro 2 e Distrito Federal 1. O time dos cariocas liderava até a quarta etapa com certa vantagem. A partir daí, é pura emoção na Segundona. Em Nazareth, quinta etapa, Distrito Federal assume a ponta e, desde então, as duas equipes se revezam na liderança a cada etapa. De lá pra cá, a maior vantagem que um time impôs sobre o outro foi em Detroit, quando Rio de Janeiro 2 colocou 15 pontinhos na frente do Distrito Federal 1. Será que a briga vai continuar assim até a última etapa? Haja emoção!

Aliás, falando em emoção, o que o líder no campeonato de pilotos acha disso? Se você pensou que o líder é fluminense ou candango está enganado. O líder da Segundona é paulista! João Zanchetta arrancou duas vitórias nas duas últimas etapas e assumiu a liderança. Entretanto, São Paulo 2 não pode depender somente dos seus resultados se quiser brigar pelo título. Mesmo com Rodrigo Munhoz conduzindo seu carro a alguns bons resultados, a equipe ainda distoa pois Italo Augusto não se encontrou nesta temporada. Dessa vez, o Olho Vivo da CBBr falhou.

Na briga para quem se firma no quarto lugar, os pilotos do inexistente Acre 1 supreenderam nas duas últimas etapas e ocuparam a posição mais ingrata do campeonato: a do quase classificados para a elite da CBBr. Soma-se a esta arrancada dos acreanos o cochilo dos cariocas do Rio de Janeiro 3 e ao sumiço dos pilotos do Sul 1, que só marcaram três míseros pontos nas últimas quatro corridas.

Agora, vamos falar do incrível, espetacular, sensacional e glorioso time São Paulo 5 que, com muito empenho, esforço, dedicação, perspicácia e, com uma pitada de sorte, ocupam a sétima posição da Segundona!

Ah sim, sétimo de sete equipes.

Mas não pensem que os paulistas estão cochilando. Ah não! Saibam vocês que eles, com muito empenho, esforço, dedicação, perspicácia e, com uma pitada de sorte, duplicaram a quantidade de pontos desde o último panorama!

Ah sim, eles tinham dois pontos. Agora tem quatro.

Por isso, a CBBr conta com o apoio de vocês e entrem nessa torcida


São Paulo 5: rumo aos 50 pontos, eu acredito!



Faltam 7 etapas para o fim da temporada. Será que os paulistas vão conseguir?



EM ALTA: São Paulo 5 - Faltam 46 pontos para a glória!!! Não desistam!!!

EM BAIXA: Sul 1 - Três pontos em quatro corridas é desanimador. Quem sabe não foi apenas um descuido do trio...

OLHO VIVO: São Paulo 2 - O Olho Vivo não vai desistir! Os paulistas vão chegar para brigar no topo da tabela




• Leia Mais [...]

Notícias: CBBr 2009.2 - 2ª divisão

Resultados após cinco etapas


Primeira pergunta: será a Segundona já tem duas vagas definidas para o grupo de elite na CBBr?

Se depender dos times Distrito Federal 1 e Rio de Janeiro 2, a resposta é sim. Ambos os times estão, literalmente atropelando a concorrência e dispararam na classificação geral. Os brasilienses (ou candangos, como preferirem) Fernando Vasconcelos, Alexandre Ceresa e Matheus Wernay lideram o campeonato com 13 pontos de vantagem sobre os cariocas Luiz Guilhemond, Rodrigo Teixeira e Victor Faeda. Sozinhos e entregues ao relento no meio da tabela, está o time São Paulo 2 (Italo Augusto, Rodrigo Munhoz e João Zanchetta) na terceira posição, seguido pelos times Rio de Janeiro 3 (Bruno Lavrado, Luis Alberto e Marcos Vinicius), Sul 1 (Douglas Sattler, Lucas Silva e Eduardo Booz) e Acre 1 (Geraldinho Alkmin, Xeila Melo e Leandro Gel), que ninguém sabe ao certo a localização desse estado e, muito menos, ninguém nunca ouviu falar de alguém que more por lá.

E se você respondeu sim para a primeira pergunta, quero ver você dizer não para esta: será que a Segundona já tem uma vaga definida para a Terceira Divisão?

Ao que tudo indica da campanha do time São Paulo 5, essa resposta também é um sim, que com muito esforço e empenho tem o pior retrospecto de todos os times inscritos na CBBr.



Agora essa vai matar a pau: seria possível uma equipe com duas poles e quatro vitórias em cinco corridas não estar liderando o campeonato?

Para o time Rio de Janeiro 2, sim. Apesar do número de vitórias, a última corrida foi extremamente desagradável para os cariocas, que saíram em branco de Nazareth, com Faeda e Guilhermond (os que somaram mais pontos para a equipe até então) abandonando a prova. Soma-se isso com a excelente corrida do trio brasiliense com direito a vitória para Wernay (a primeira vitória da temporada sem ser do time carioca) e pódio para Vasconcelos. Aliás, assim como o time Santa Catarina 1 da Primeira Divisão, Distrito Federal 1 tem seus três pilotos entre os 10 melhores da temporada. Obviamente, com isso tudo, era mais do que provável a perda da liderança, tanto no campeonato de equipes quanto no de pilotos.

Quem também agradeceu ao péssimo resultado da equipe carioca foram os paulistas do São Paulo 2. Com o 2º lugar de Munhoz e as boas corridas de Zanchetta (pai de Gabriel Zanchetta, piloto do São Paulo 4 da Terceira Divisão), a equipe diminuiu drasticamente a diferença para os dois times da frente, mas não o bastante para compensar os abandonos obtidos até então.

Mais acirrada que a briga pela liderança está a briga pelo quarto lugar. Rio de Janeiro 3, Sul 1 e Acre 1 desde a primeira etapa estão sempre juntos na tabela. Mesmo sendo prematuro dizer nesta fase da temporada, se o panorama se manter, esta briga poderá definir dois dos três times que irão permanecer na Segundona, porque a primeira vaga seria...

...

...

...

... do pior time até o momento da CBBr.

Será possível, em cinco etapas disputadas, uma equipe com três pilotos somar apenas 2 pontos? Isso mesmo que vocês leram. DOIS PONTOS.

Para os paulistas do São Paulo 5, isso não foi uma tarefa das mais difíceis. Com muito empenho, suor e dedicação, o trio paulista possui a pior média de qualificação, sendo a melhor posição de chegada um 11º lugar chorado, a última posição era mais do que esperada até o momento. O fato mais curioso é que o time só possui dois abandonos e, acreditem se quiserem, um dos pilotos ainda não abandonou!

Será que, assim como Fluminense, irão conseguir uma arrancada fenomenal para sair da zona do rebaixamento?

Resposta daqui a 12 etapas.


Em alta: Distrito Federal 1 - os candangos assumiram a liderança, aproveitando-se do erro dos cariocas. Será que a boa fase irá se manter?

Em baixa: São Paulo 5 - precisamos dizer mais?

Olho vivo: São Paulo 2 - a equipe se firmou no 3ª lugar e pode partir pra cima nas próximas etapas. Será que todos os pilotos da equipe irão pontuar?





• Leia Mais [...]